'Dinheiro esquecido': interessados têm menos de um mês para resgatar o valor, saiba como fazer
Quando o prazo final passar, todo o valor esquecido e não resgatado vai ficar para o Tesouro Nacional

Aqueles que têm "dinheiro esquecido" no Sistema de Valores a Receber (SVR) do Banco Central do Brasil (BC) têm até o dia 16 de outubro para sacar os valores. Caso contrário, quando o prazo terminar, o dinheiro que não foi sacado pode ficar para o Tesouro Nacional.
O prazo para resgatar o dinheiro, que é de 30 dias, começou a valer no dia 16 de setembro.
Depois do dia 16 de outubro, o cidadão tem mais 30 dias para para contestar a incorporação dos recursos pelo Tesouro Nacional, a contar da data de publicação de edital pela pasta.
Como consultar quantia a ser recebida
- Acesse https://valoresareceber.bcb.gov.br.
- Clique em “Consulte se tem valores a receber”.
- Informe tipo de documento, CPF, data de nascimento.
- Selecione “Consultar”.
Após a consulta, é preciso entrar em contato com as instituições nas quais há valores a receber e verificar os procedimentos. Vale lembrar que o único site no qual é possível fazer a consulta e saber como solicitar a devolução dos valores para pessoas jurídicas ou físicas, incluindo falecidas, é o citado acima.
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Para quem deseja realizar a solicitação por meio do sistema do Banco Central, os valores só serão liberados para aqueles que fornecerem uma chave PIX para a devolução. Caso não tenha uma chave cadastrada, é preciso entrar em contato com a instituição para combinar a forma de recebimento. Outra opção é criar uma chave e retornar ao sistema para fazer a solicitação.
No caso de valores a receber de pessoas falecidas, é preciso ser herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal para consultá-los, além de preencher um termo responsabilidade.
*Sob supervisão de Felippe Drummond
Formada em Jornalismo pela Puc Minas, Paula Arantes produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil, Mundo, Orações e Entretenimento no portal da Itatiaia. Atualmente, colabora com a editoria Meio Ambiente. Antes, passou pelo jornal Estado de Minas.



