Belo Horizonte
Itatiaia

Governo garante que vacinados com Butanvac estão protegidos após suspensão temporária da vacina

A declaração foi feita em coletiva de imprensa por Eder Gatti Fernandes, diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações (PNI)

Por
Divulgação/ Butantan

O Ministério da Saúde afirmou, na tarde desta segunda-feira (8), que pessoas vacinadas contra a dengue com o imunizante do Instituto Butantan não estão desprotegidas, mesmo após a suspensão temporária da estratégia de vacinação anunciada pelo ministro Alexandre Padilha. A declaração foi feita em coletiva de imprensa por Eder Gatti Fernandes, diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Suspensão temporária

O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (8) a interrupção temporária da campanha de vacinação com o imunizante do Instituto Butantan em todo o país. A medida tem caráter preventivo e foi adotada enquanto são aprofundadas as investigações sobre casos de reações adversas graves registrados após a imunização.

Eficácia mantida

Segundo Fernandes, a suspensão não compromete a proteção já adquirida por quem recebeu a vacina. De acordo com o diretor, a decisão busca ampliar os estudos sobre o imunizante em diferentes cenários epidemiológicos e grupos populacionais, para identificar eventuais fatores de risco e avaliar situações em que os benefícios da vacinação superem os riscos.

"A população vacinada continua protegida. Quem tomou a vacina está protegido contra os quatro tipos da dengue", afirmou Fernandes.

Sinais de alerta

O Ministério recomenda que pessoas vacinadas observem, nos 21 dias seguintes à imunização, o surgimento dos seguintes sintomas: febre acompanhada de dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, tontura, sangramentos espontâneos, sonolência intensa, irritabilidade, sinais de desidratação ou piora do estado geral. Diante de qualquer um desses sinais, a orientação é procurar imediatamente um serviço de saúde.

A rede assistencial também foi orientada a permanecer em vigilância permanente para identificar e atender situações semelhantes.

Por

Marcello Pereira é jornalista formado pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), com atuação voltada para jornalismo digital, estratégia de redes sociais e produção de conteúdo multiplataforma. Ao longo da carreira, também trabalhou com assessoria de imprensa e comunicação institucional.Atualmente, é editor de redes sociais na Itatiaia, onde atua no planejamento de estratégias digitais, gestão de conteúdo para Instagram, TikTok e outras plataformas, além de contribuir para a coordenação da equipe, distribuição de pautas e análise de métricas e performance de audiência.Com olhar atento às transformações da comunicação, Marcello é entusiasta de tecnologia, inovação digital, análise de dados e tendências em redes sociais, áreas que orientam seu trabalho no desenvolvimento de conteúdo jornalístico para plataformas digitais.