Auditor fiscal é suspeito de favorecer a venda de combustíveis adulterados à organizações criminosas
A Justiça determinou o afastamento do servidor e o bloqueio de R$ 75 mil das contas bancárias de outros dois investigados.

A Polícia Federal e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público de São Paulo (Gaeco-SP) deflagraram, nesta terça-feira (23), a Operação Barão de Itararé, que tem como principal investigado um auditor fiscal da Receita Estadual suspeito de envolvimento em atos de corrupção, que favoreceriam organizações criminosas que atuam na venda de combustíveis adulterados.
Foi expedido um mandado de busca e apreensão pela 2ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores de Capital, que está sendo cumprido na cidade de São Paulo.
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A operação desta terça-feira é um desmembramento da Operação Boyle, que teve início em 8 de fevereiro desse ano e que identificou três organizações criminosas distintas, especializadas em adulteração de combustível, por inúmeros meios, inclusive pelo uso do metanol, substância altamente inflamável e tóxica, que é proibida pela legislação brasileira.


