O profeta Isaías, depois de denunciar o falso jejum, fala do jejum que agrada a Deus (Is 58.1-14), ao mesmo tempo que aborda várias promessas divinas àqueles que o colocam em prática.
Isso significa que a Salvação é uma experiência pessoal em que um “eu”, pessoal, livre e íntimo (o meu eu, o seu eu) abre-se para um “tu”, igualmente pessoal, livre, íntimo