Depilação a laser: o que é mito e o que é verdade
Procedimento promete resultados duradouros, mas exige cuidados e escolha segura da clínica

A depilação a laser vem ganhando cada vez mais espaço entre quem busca eliminar pelos de forma mais prática e permanente, uma vez que o método age direto na raiz, destruindo os folículos pilosos sem afetar a pele ao redor.
Ao contrário do que muitos imaginam, o procedimento não costuma ser extremamente doloroso. O tratamento causa apenas um desconforto tolerável, comparável a pequenas picadas ou ao estalar de um elástico na pele. Em áreas mais sensíveis, como virilha e axilas, pode haver um incômodo maior, mas pomadas anestésicas ajudam a reduzir a sensação.
Antes do procedimento, é importante raspar os pelos e evitar exposição solar. Após cada sessão, a pele deve ser hidratada e protegida do sol. Manutenções periódicas a cada seis meses ou um ano ajudam a manter os resultados, já que o crescimento de novos pelos pode ocorrer com mudanças hormonais.
O tratamento, porém, não é para todos. Gestantes, lactantes e pessoas com doenças de pele ou uso de medicamentos fotossensibilizantes precisam de avaliação médica. A recomendação de especialistas é procurar sempre clínicas com médicos dermatologistas ou profissionais devidamente capacitados. Preços muito baixos podem indicar riscos, como queimaduras ou resultados insatisfatórios.
Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.



