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A proporção certa de cimento no reboco para evitar trincas e infiltrações, segundo pedreiros

Dosagem equilibrada, preparo correto da parede e impermeabilização adequada evitam desperdícios e problemas depois da obra

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Pedreiro rebocando a casa
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Muitos brasileiros enfrentam problemas com paredes que soltam, esfacelam ou apresentam infiltrações após a aplicação do reboco. A causa mais comum está na proporção incorreta de cimento utilizada na massa.

O equilíbrio na dosagem é fundamental para conseguir um revestimento firme e durável. Colocar cimento em excesso não significa maior resistência, e a falta desse material compromete a fixação e a integridade da parede. Este guia apresenta as proporções recomendadas e explica como acertar na mistura para evitar problemas futuros.

A proporção recomendada pela ABCP

A Associação Brasileira de Cimento Portland estabelece como referência técnica para a camada de acabamento do reboco o traço 1:2:9. Essa proporção significa uma parte de cimento, duas partes de cal e nove partes de areia.

A medição deve ser feita sempre com o mesmo recipiente para garantir precisão.

Por que o excesso de cimento prejudica o reboco

Na prática, uma massa muito forte pode perder flexibilidade e apresentar trincas.

Consequências da falta de cimento no reboco

Já a falta de cimento reduz a resistência e pode fazer o reboco esfarelar, soltar ou formar áreas ocas.

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