Garis têm ferimentos com vidro descartado irregularmente
Acidentes deste tipo têm aumentado em Varginha

Em apenas um mês já foram registrados 5 casos de coletores de lixo feridos com cacos de vidro descartados de forma errada em Varginha. O último acidente, registrado no início da manhã desta segunda-feira, 29 de junho, deixou o coletor ferido quando trabalhava numa rua do bairro San Marino.
No final de maio um coletor teve que receber vários pontos no pé, por conta de um grande corte provocado por vidro jogado no lixo; na segunda-feira, dia 22, outro coletor ficou ferido com o mesmo tipo de acidente, no bairro Cidade Nova; e na sexta, dia 26, a ocorrência foi registrada com um gari que trabalhava no bairro São Sebastião.
Todos os coletores de lixo de Varginha usam EPI – Equipamento de Proteção Individual, segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, mas diante do descarte incorreto de vidro quebrado, os acidentes vêm se repetindo.
A forma correta de colocar vidro quebrado no lixo é enrolar os cacos em várias camadas de jornal ou papel grosso; colocar os cacos dentro de caixas de papelão ou de garrafas plásticas, lacrar com fita adesiva e anexar um aviso por escrito “vidro quebrado”.
Além dos ferimentos e do risco de infecção para os garis, os cacos de vidro soltos no lixo podem danificar os caminhões coletores.
Estela Torres é jornalista pela Universidade de Alfenas e pós graduada em Docência do Ensino Superior pelo Centro Universitário do Sul de Minas. Está na Itatiaia Sul de Minas desde a instalação da emissora em Varginha, em 2009, atuando como produtora, repórter e apresentadora .



