Veja lista de produtos que podem ficar mais caros após aumento do ICMS
Governador Romeu Zema sancionou projeto que aumenta em 2 pontos o imposto para uma série de produtos

A partir de 1º de janeiro de 2024, uma série de produtos classificados pelo Governo de Minas como "supérfluos" poderão ficar mais caros para os consumidores mineiros.
Neste sábado (30), o governador Romeu Zema (Novo) sancionou um projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa nesta semana que eleva em dois pontos percentuais a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para uma série de itens.
Hoje era o último dia para que o governador sancionasse a proposta. Pelas regras, um aumento de imposto só pode valer para o exercício financeiro seguinte, ou seja, para o próximo ano. Mesmo assim, devem respeitar um intervalo mínimo de 90 dias, conhecido como "noventena", para entrar em vigor. Dessa forma, como o projeto foi, oficialmente, transformado em lei em 30 de setembro, o novo ICMS poderá ser cobrado já no dia 1º de janeiro de 2024.
Confira a lista dos produtos afetados
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Cervejas sem álcool
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Bebidas alcoólicas (exceto aguardentes de cana ou de melaço)
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Cigarros (exceto os embalados em maço)
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Produtos de tabacaria
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Armas
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Refrigerantes
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Bebidas isotônicas
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Bebidas energéticas
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Perfumes
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Águas-de-colônia
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Cosméticos
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Produtos de toucador (exceto xampus, preparados antissolares e sabões de toucador de uso pessoal)
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Alimentos para atletas
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Telefones celulares e smartphones
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Câmeras fotográficas ou de filmagem e suas partes ou acessórios
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Equipamentos para pesca esportiva (exceto os de segurança)
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Equipamentos de som ou de vídeo para uso automotivo, inclusive alto-falantes, amplificadores e transformadores.
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