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Acidente no Anel Rodoviário atrasa reunião de grupo da transição que discute projeto do Rodoanel

Governador Mateus Simões (PSD) apresentou para equipe do governador eleito Cleitinho Azevedo (Republicanos) os projetos de infraestrutura que estão em andamento em Minas Gerais e criticou a Justiça pela demora em tomar uma decisão sobre o projeto do Rodoanel Metropolitano de BH

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Rodoanel Metropolitano
Rodoanel Metropolitano • Vincius Advíncula / Divulgação

 

O acidente com uma carreta carregada com milho na manhã desta segunda-feira (26), no Anel Rodoviário, atrasou a reunião do grupo de transição do governo eleito de Cleitinho Azevedo (Republicanos) com a equipe de infraestrutura do atual governo de Minas Gerais.

"Estamos com um pouco de atraso, me parece que o veículo que vem parte da comissão de transição está no congestionamento que aconteceu por causa de um acidente no Anel. Não deixa de ser sintomático, porque um dos temas que vamos passar por ele é o Rodoanel. Isso mostra a importância da gente resolver de vez o problema do Anel de BH", afirmou o governador Mateus Simões (PSD) ao abrir a reunião.

Com o tombamento, parte da carga se espalhou pelas pistas principal e marginal do Anel durante a parte da manhã. Na pista principal, a faixa da direita foi interditada. Já na marginal, o bloqueio ocorreu na faixa da esquerda.

Projeto do Rodoanel

Ao repassar para a equipe do próximo governo, Simões afirmou que sugeriu ao governador Cleitinho Azevedo que procure a Justiça para tentar acelerar uma decisão que pode liberar a obra.

“O Rodoanel depende exclusivamente de uma decisão judicial. Provoquei a comissão de transição para que procure a Justiça porque, infelizmente, virou hábito no Brasil do juiz ter posição política. O juiz avisou que não conversaria mais com o governo e esperaria para conversar com a transição. Um absurdo pensar que um juiz se julga no direito de discutir com o representante eleito do estado. Falei à comissão que procurem e talvez haja um caminho para ele sair de um processo em que ele está sentado a mais de 120 dias", avaliou Simões.

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“É possível tirar o dinheiro do rodoanel e mandar para outra obra. Mas isso dependeria de um acordo com Ministério Público, Defensoria, Vale, Justiça. Portanto não é uma decisão simples. Seria mais fácil e lógico terminar o processo judicial e começar a obra. Se esse processo terminar, se essa brincadeira de mal gosto montada por essa federação fantoche que se diz representante de quilombos terminar, em menos de 6 meses já teríamos obras na pisa. O trecho inicial seria a ligação de Ravena até o Ceasa. Uma obra que poderia estar pronta em 3 anos", disse o governador.

 

 

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