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Partidos sem representação no Congresso vão receber R$ 33 milhões do Fundo Eleitoral

As siglas são Agir, DC, Democrata, Missão, Mobiliza, PCB, PCO, PRTB, PSTU e UP, que não conseguiram eleger nenhum representante nem na Câmara dos Deputados, nem no Senado Federal

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Imagem de uma urna eletrônica
Imagem de uma urna eletrônica • Canva

Dez partidos sem representação no Congresso Nacional vão receber R$ 33,07 milhões do Fundo Eleitoral para o pleito deste ano, conforme dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nessa quarta-feira (3).

As siglas são Agir, DC, Democrata, Missão, Mobiliza, PCB, PCO, PRTB, PSTU e UP, que não conseguiram eleger nenhum representante nem na Câmara dos Deputados, nem no Senado Federal.

Criado em 2017 após a proibição das doações empresariais para campanhas, o Fundo Eleitoral é abastecido por recursos do Orçamento da União e se tornou a principal fonte de financiamento das disputas eleitorais no país.

Em 2026, o valor disponível é o maior já distribuído pela Justiça Eleitoral para uma eleição geral, de R$ 4,9 bilhões.

Os partidos que vão abocanhar a maior parte do Fundo Eleitoral são o PL, de Jair Bolsonaro, e o PT, de Luiz Inácio Lula da Silva, que têm as maiores bancadas.

O Partido Liberal ficará com a maior fatia do fundo: R$ 881,7 milhões, o equivalente a 17,8% de todo o montante disponível. Em seguida aparecem o Partido dos Trabalhadores, com R$ 615,4 milhões (12,4%), e o União Brasil, com R$ 526,2 milhões (10,6%).

Juntos, os três partidos terão acesso a cerca de R$ 2 bilhões, concentrando aproximadamente 40% de todos os recursos públicos destinados ao financiamento das campanhas eleitorais do próximo ano.

  • AGIR - R$ 3.307.679,85
  • DC - R$ 3.307.679,85
  • DEMOCRATA - R$ 3.307.679,85
  • MISSÃO - R$ 3.307.679,85
  • MOBILIZA - R$ 3.307.679,85
  • PCB - R$ 3.307.679,85
  • PCO - R$ 3.307.679,85
  • PRTB - R$ 3.307.679,85
  • PSTU - R$ 3.307.679,85
  • UP - R$ 3.307.679,85
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Jornalista pela UFMG, Lucas Negrisoli é editor de política. Tem experiência em coberturas de política, economia, tecnologia e trends. Tem passagens como repórter pelo jornal O Tempo e como editor pelo portal BHAZ. Foi agraciado com o prêmio CDL/BH em 2024.