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Nove governadores já deixaram o cargo para disputar eleições; prazo termina neste sábado

Prevista na Constituição, a regra exige a desincompatibilização para prefeitos, governadores e ministros de Estado

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Urna eletrônica
Urna eletrônica • Divulgação / TSE

O prazo para que governadores deixem o cargo para disputar eleições termina neste sábado (4). Entre os gestores estaduais, ao menos nove já oficializaram a saída dos cargos, com a maior parte disputando vagas ao Senado Federal.

Prevista na Constituição, a regra exige a desincompatibilização para prefeitos, governadores e ministros de Estado. O objetivo é evitar o uso da estrutura pública e a visibilidade do cargo em benefício eleitoral.

Deixam os governos Gladson Cameli (AC), Antônio Denarium (RR), Mauro Mendes (MT), Ibaneis Rocha (DF), Renato Casagrande (ES) e Helder Barbalho (PA) – todos com planos de concorrer ao Senado. Já Ronaldo Caiado (GO) e Romeu Zema (MG) são apontados como pré-candidatos à Presidência.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, que cogitava disputar o Senado, não deve concorrer após o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) torná-lo inelegível por abuso de poder político.

Por outro lado, a maioria dos governadores optou por permanecer no cargo. É o caso de Tarcísio de Freitas (SP), Ratinho Júnior (PR), Eduardo Leite (RS) e Raquel Lyra (PE), além de outros nomes que devem tentar a reeleição ou concluir o mandato.

Ministros de Estado também precisam cumprir a regra de desincompatibilização. Após reunião ministerial realizada na terça-feira (31) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 17 trocas ministeriais foram feitas.

Os destinos variam entre disputas para a Câmara dos Deputados, o Senado e governos estaduais. Entre os principais nomes estão Fernando Haddad, que deve concorrer ao governo de São Paulo; Marina Silva, ao Senado; e Simone Tebet, também ao Senado.

Geraldo Alckmin, que além de vice-presidente acumulava o comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, também deixou a pasta para disputar novamente a vice-presidência na chapa de Lula.

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