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Michelle Bolsonaro confirma candidatura ao Senado pelo DF: 'Caminhar juntos'

Anúncio foi feito em Brasília durante convenção do PL, mas Michelle não esteve presente por motivos de saúde

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Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama do Brasil • Beto Barata / PL.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) confirmou sua pré-candidatura ao Senado Federal pelo Distrito Federal neste domingo (2), durante a convenção do partido em Brasília.

Em discurso lido pelo irmão da ex-primeira-dama, Diego Torres, Michelle afirmou que "é o começo de uma caminhada para devolver esperança e liberdade".

"É por isso que aceitei esse desafio. Sou pré-candidata ao Senado. Meu marido escolheu o Flávio para estar à frente dessa multidão e vamos caminhar juntos e a passos largos. Queremos justiça de verdade", diz trecho do discurso lido por Diego.

Além de Michelle Bolsonaro (PL), o PL também confirmou a pré-candidatura da deputada federal Bia Kicis (PL) ao Senado.

Neste sábado (1º), a própria deputada federal Bia Kicis (PL) já havia afirmado que Michelle estaria ao seu lado como candidata ao Senado. No entanto, ainda não havia uma oficialização nem por parte da esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nem do partido.

Apesar de ser uma das pessoas mais esperadas no evento do PL, Michelle não compareceu à convenção. Na noite de sábado, ela afirmou ter sido internada para passar por exames em decorrência de uma enxaqueca constante.

Se tivesse ido à convenção, seria a primeira vez que ficaria lado a lado em público com o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho mais velho de seu marido, com quem viveu uma briga pública por motivos políticos.

Até o momento, Michelle não participou da campanha de Flávio. Pelo contrário, as atitudes dela foram vistas com reprovação por aliados de Flávio, com potencial para prejudicá-lo na disputa presidencial. Ambos sinalizam terem feito as pazes em prol das eleições. Contudo, ainda não aparecem juntos.

Michelle e Bia Kicis (PL) apoiarão Celina Leão (PP) ao governo do Distrito Federal. Celina era vice de Ibaneis Rocha (MDB) e assumiu o Palácio do Buriti quando o então governador se descompatibilizou do cargo com a pretensão de concorrer ao Senado. Ele, porém, desistiu em meio a dificuldades de compor sua candidatura na direita e à crise do Banco Master com o Banco de Brasília.

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