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Eleições 2026: Dias Toffoli, ministro do STF e do TSE, vota em Brasília no segundo turno

O ministro Dias Toffoli votou neste domingo (25) em Brasília (DF) no segundo turno e teve papel relevante nas decisões eleitorais

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O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF) • CARLOS ALVES MOURA/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, votou neste domingo (25) no segundo turno das eleições. O magistrado registrou seu voto por volta das 10h30, na região do Lago Norte, em Brasília (DF).

Além de Toffoli, outros cinco ministros da Suprema Corte também votam na capital federal. Já registraram votos neste domingo os ministros Nunes Marques, André Mendonça, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

Nos últimos dias antes da eleição, Toffoli fez declarações críticas sobre o tom das campanhas eleitorais e o uso de acusações criminais contra adversários. Ele defendeu o foco em propostas de governo e questionou os “embates pessoais” nas propagandas oficiais e nas redes sociais.

A atuação do ministro Dias Toffoli no TSE durante o período eleitoral se voltou para a apreciação de representações estratégicas envolvendo as campanhas presidenciais e o cumprimento das normas de arrecadação e propaganda.

Em decisão de destaque, Toffoli negou pedido formulado pelo Partido Liberal (PL) que solicitava o detalhamento de documentos sobre os pagamentos e custos de um jantar de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com empresários na capital paulista.

Ao analisar a petição da coligação adversária, o magistrado observou que encontros com setores da sociedade civil não autorizam a presunção de irregularidades eleitorais e determinou que a prestação de contas siga o rito legal padrão, sem a necessidade de exibição antecipada de documentos contábeis antes do prazo regular.

Como integrante titular da Justiça Eleitoral no pleito, o ministro atua na análise de tutelas de urgência, representações sobre eventos de campanha e contestações partidárias de impacto na corrida presidencial.

Espera-se que 158.745.463 brasileiros se dirijam às urnas no pleito deste ano, segundo informações do TSE. O número representa um acréscimo de 2,2 milhões de eleitores em relação ao pleito anterior.

Além do voto para a Presidência, eleitores do Distrito Federal e de cinco estados também decidem o segundo turno para governador: Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Amazonas, Acre e Tocantins.

Segundo o TSE, cada turno é considerado uma eleição diferente para efeito de comparecimento às urnas. Dessa forma, eleitores cujo voto é obrigatório devem comparecer às urnas no segundo turno, independentemente de terem votado ou não no primeiro turno.

A regra também vale para quem não votou no primeiro turno. A ausência na primeira etapa não impede a participação na segunda, desde que a situação eleitoral esteja regular e o título não esteja cancelado ou suspenso.

As seções eleitorais de todo o país abrem às oito horas de Brasília e encerram às 17 horas, quando a votação termina e se dá início à contagem de votos.

Para votar é obrigatório apresentar um documento oficial com foto, como RG, CNH, passaporte ou certificado de reservista, sendo aceita também a versão digital desses documentos.

O título de eleitor e o e-Título também são documentos aceitos, desde que tenham uma foto do eleitor. A carteira de trabalho também é aceita, mas apenas na sua versão física, já que a versão digital não apresenta foto. Certidões de nascimento ou de casamento não são aceitas.

Para garantir uma votação sem dúvidas, é permitido levar uma "cola" com o número do seu candidato anotado em um papel e consultá-la na cabine de votação.

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