Tramonte defende municipalização do Anel Rodoviário, mas pede contrapartida do governo federal
Candidato do Republicanos à Prefeitura de Belo Horizonte mencionou a necessidade de construção de novas áreas de escape e continuidade nas obras de viadutos prevista pelo PAC

Em visita à área de escape do Anel Rodoviário na tarde desta quinta-feira (12), o candidato à Prefeitura de Belo Horizonte, Mauro Tramonte (Republicanos) defendeu a municipalização da via, desde que isso esteja condicionado a uma contrapartida por parte do governo federal.
Acompanhado da candidata à vice-prefeita, Luísa Barreto (Novo), e do ex-prefeito Alexandre Kalil (Republicanos), Tramonte disse que pretende criar novas obras, mas deixou claro que espera uma contrapartida da União.
“Nós queremos pegar esse anel (para a prefeitura), desde que haja uma contrapartida para a gente", afirmou.
Conforme o candidato, o Anel Rodoviário virou uma avenida dentro de Belo Horizonte e "a única obra feita, em 60 anos, foi a área de escape".
“Desde que a União nos dê dinheiro em contrapartida, a gente pode fazer as coisas. A gente pode fazer algum tipo de viaduto, pode alargar um pouco mais o Anel e fazer outras áreas de escape, porque aqui já salvou muitas vidas", colocou Tramonte.
Quando questionado sobre dar continuidade às obras dos viadutos previstas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que também inclui novas áreas de escape, ambas custeadas pela União, o candidato firmou seu compromisso, mas seguiu na linha de necessidade de uma contrapartida.
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“Nós vamos sim, sem problema nenhum, o que a gente precisa é uma contrapartida agora. Falar 'Toma o Anel para vocês e faça o que vocês acham que tem que fazer' sem uma contrapartida não tem jeito, né? Nós queremos uma coisa boa, nós queremos dar mais segurança para esse local", concluiu.
Mestrando em Comunicação Social na UFMG, é graduado em Jornalismo pela mesma Universidade. Na Itatiaia, é repórter de Cidades, Brasil e Mundo



