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Gabriel Azevedo promete pontos de apoio a motociclistas e entregadores em Belo Horizonte

Candidato do MDB à prefeitura também tem plano para que entregadores auxiliem na telemedicina

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Sobrou emoção no jogo entre Cruzeiro e São Paulo, que classificou a equipe celeste para as quartas de final da Copa Libertadores, na noite desta quarta-feira, no Mineirão.
Candidato à Prefeitura de Belo Horizonte, Gabriel Azevedo (MDB), em agenda com motoboys da capital • Foto: Vinnicius Silva/Light Press

O candidato à Prefeitura de Belo Horizonte Gabriel Azevedo (MDB) disse nesta segunda-feira (16) que pretende espalhar pela cidade pontos de apoio para motociclistas que rodam pela cidade. Segundo o presidente da Câmara Municipal de BH, a ideia é adotar uma estrutura para os entregadores, inicialmente, no viaduto Santa Tereza, na região central, para oferecer diferentes tipos de apoio.

“Todos esses lugares estão hoje abandonados, sujos, mal iluminados e são pontos de criminalidade. Se eu coloco ali uma estrutura básica para que eles possam utilizar o banheiro, fazer a recarga do celular, descansar, que eles possam se encontrar, trocar informações, eu estou valorizando pessoas que fazem parte do sistema circulatório da cidade. Hoje, nenhum belorizontino vive sem a entrega”, afirmou.

No início da reunião, Gabriel pediu que os motociclistas presentes dessem sugestões de locais que seriam benéficos para montar estruturas semelhantes e ouviu que as regiões do Barreiro e de Venda Nova, por exemplo, podem ser pontos de apoio para a categoria. No caso específico do projeto pensado para o Viaduto Santa Tereza, o candidato esclareceu que o apoio seria feito em um local distante de onde, hoje, acontecem manifestações culturais.

Telemedicina

Gabriel Azevedo ainda revelou que tem um projeto, a ser desenvolvido, que propõe uma parceria de motoboys com a prefeitura de Belo Horizonte para auxiliar no serviço de telemedicina. De acordo com o candidato, a ideia pode economizar a ida de um paciente a um posto de saúde apenas para buscar remédios.

“Depois que uma pessoa foi atendida de maneira a utilizar a telemedicina, o remédio pode ir para a casa dela, contando, inclusive, com o sistema que já existe na cidade. Então você faz uma parceria, não é para criar, obviamente, uma carreira pública de entregadores. É para já contar com as pessoas que estão entregando, nas rotas possíveis, você tem uma remuneração feita por poder público e a pessoa recebe o remédio em casa”, explicou.

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Graduado em jornalismo e pós graduado em Ciência Política. Foi produtor e chefe de redação na Alvorada FM, além de repórter, âncora e apresentador na Bandnews FM. Finalista dos prêmios de jornalismo CDL e Sebrae.