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Bets estão proibidas nas eleições brasileiras, mas apostador pode jogar no pleito dos EUA

Casas de apostas desativaram os mercados que estavam abertos para eleições municipais, mas brasileiros podem apostar em Kamala ou Trump

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Projeto de Lei (PL) que prevê taxação das apostas esportivas deve ser votado nesta terça-feira (12)
Apostas esportivas podem ser feitas para eleições nos EUA, mas estão proibidas para pleito municipal no Brasil • Joédson Alves | Agência Brasil

As casas de apostas brasileiras que tinham mercados abertos para receber palpites sobre as eleições municipais já retiraram as odds dos candidatos após o governo federal considerar que a atividade é ilegal. Com isso, o apostador não pode mais aplicar dinheiro no candidato que acredita que vencerá o pleito, mas a decisão, até o momento, só vale para as eleições no país.

Isso porque as apostas seguem liberadas, por exemplo, para as eleições dos Estados Unidos. O equilíbrio da disputa entre Kamala Harris, do Partido Democrata, e Donald Trump, do Partido Republicano, tem reflexo também neste mercado. A lógica das casas de apostas mede a probabilidade de um candidato vencer o pleito. Candidatos considerados favoritos têm odds mais baixas, ou seja, o retorno financeiro é menor, mas a chance de vencer é maior.

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No caso das eleições norte-americanas, as casas de apostas têm dado um ligeiro favoritismo a Kamala, o que mostra uma tendência de que o apostador acredita mais na vitória da democrata.

Confira as odds das principais casas de apostas:

KTO

EUA: Kamala Harris (1.80) e Donald Trump (2.00)

Bet365

EUA: Kamala Harris (1.80) e Donald Trump (2.00)

Betfair

EUA: Kamala Harris (1.80) e Donald Trump (2.00)

Stake

EUA: Kamala Harris (1.89) e Donald Trump (2.10)

Sportingbet

EUA: Kamala Harris (1.83) e Donald Trump (2.00)

As casas de apostas seguem recebendo palpites para outros países que também têm eleições neste ano, casos de Suécia, Irlanda, Austrália, Canadá, entre outros.


Casas de apostas têm mercados abertos para eleições em diferentes países

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Graduado em jornalismo e pós graduado em Ciência Política. Foi produtor e chefe de redação na Alvorada FM, além de repórter, âncora e apresentador na Bandnews FM. Finalista dos prêmios de jornalismo CDL e Sebrae.