Brasil aguarda melhora nas notas de classificação de risco para 2025, diz Haddad
Em Nova York, ministro da Fazenda e o presidente Lula se reuniram com representantes das agência de classificação Moody's e Standard & Poor’s

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniram nesta segunda-feira com representantes de duas agências de classificação de risco: a Standard & Poor’s e a Moody’s. Após o encontro, que ocorreu na residência onde Lula está hospedado em Nova York, Haddad afirmou que a expectativa é que as agências revisem a nota de risco do Brasil a partir de 2025, aumentando o grau de investimentos estrangeiros no país.
Ainda conforme o ministro, a conversa com os representantes das agências girou em torno das medidas adotadas pelo governo federal, como a implementação do arcabouço fiscal e o controle da inflação.
Como funciona a nota de risco?
Oficialmente, o Brasil possui contrato para classificação de seu risco de crédito com as seguintes agências: Standard & Poor´s (S&P), Fitch Ratings (Fitch) e Moody´s Investor Service. Adicionalmente, outras agências internacionais monitoram regularmente o risco de crédito do país, como a canadense Dominion Bond Rating Service (DBRS), as japonesas Japan Credit Rating Agency (JCR) e Rating and Investment Information (R&I), a coreana NICE Investors Service a a chinesa Dagong Global Credit Rating.
A agência avaliam a capacidade e a disposição de um país em honrar os pagamentos de sua dívida. O rating é um instrumento que serve como indicador para os investidores, uma vez que fornece uma opinião independente a respeito do risco de crédito da dívida do país analisado.
Supervisor da Rádio Itatiaia em Brasília, atua na cobertura política dos Três Poderes. Mineiro formado pela PUC Minas, já teve passagens como repórter e apresentador por Rádio BandNews FM, Jornal Metro e O Tempo. Vencedor dos prêmios CDL de Jornalismo em 2021 e Amagis 2022 na categoria rádio
Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast 'Abrindo o Jogo', que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.




