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BH passa a ter política de incentivo às cozinhas comunitárias; entenda

Prefeitura sancionou lei que apoia a criação de espaços coletivos para o preparo de alimentos; ideia é ampliar oferta de refeições saudáveis às populações vulneráveis

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Foto mostra vegetais como o alface
Optar por alimentos in natura é o recomendado • Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo

A cidade de Belo Horizonte passa a contar, a partir desta quinta-feira (7), com uma Política de Cozinhas Comunitárias. A ideia é utilizar os espaços para fornecer refeições nutricionalmente equilibradas a pessoas em situação de vulnerabilidade social. Uma lei sobre o tema foi sancionada pelo prefeito Fuad Noman (PSD) e consta na mais recente edição do Diário Oficial do Município (DOM).

As cozinhas comunitárias ficarão sob o guarda-chuva dos responsáveis pela Política de Segurança Alimentar e Nutricional de BH. A ideia é que os espaços funcionem em localidades consideradas socioeconomicamente vulneráveis.

“As cozinhas comunitárias constituem elos entre a sociedade e o Estado, com o objetivo de distribuir alimentos preparados para consumo à população em situação de insegurança alimentar, vulnerabilidade e risco social, contemplando a população em situação de rua e sendo referência para ações que combatam a fome e a má nutrição das comunidades locais”, diz trecho do decreto assinado por Fuad Noman.

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Graduado em Jornalismo, é repórter de Política na Itatiaia. Antes, foi repórter especial do Estado de Minas e participante do podcast de Política do Portal Uai. Tem passagem, também, pelo Superesportes.