Após morte de vice-presidente da Caixa, cargo vira alvo de disputa
Marcelo Bomfim contraiu dengue enquanto tratava de um câncer

O vice-presidente de Governo da Caixa Econômica Federal, Marcelo Bomfim, faleceu nesta sexta-feira (5) e interessados se candidatar à vaga iniciaram as movimentações. O movimento gerou indignação de amigos do advogado mineiro. "Não respeitam nem o luto", disse uma das fontes da coluna.
Bomfim era um dos nomes fortes da Caixa e, mesmo com a reivindicação do centrão por cargos, ele e a vice-presidente de habitação eram os únicos que permaneceram com as vagas garantidas.
Marcelo foi superintendente da Caixa em Minas e presidente do BDMG, cargo que deixou no início do Governo Lula, quando foi indicado por Romênio Pereira, secretário nacional de Relações Internacionais do PT e pelo deputado federal eleito Miguel Angelo (PT), filho do ex-deputado Durval Angelo.
Edilene Lopes é jornalista, cientista política, repórter e colunista da Itatiaia e analista da CNN Brasil. Com experiência em coberturas nacionais e internacionais, tem ampla experiência em entrevistas exclusivas com presidentes da República. Foi eleita a melhor repórter de rádio do Brasil pelo Troféu Mulher Imprensa e também venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados.



