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Ex-aluna de Jornalismo da UFOP recebe menção honrosa no Prêmio Adelmo Genro Filho

A menção honrosa conferida a Lívia Labanca destaca a importância de aprofundar a discussão sobre feminicídio e deficiência.

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A egressa do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Lívia Kelly Labanca Ferreira, recebeu menção honrosa na categoria Iniciação Científica do Prêmio Adelmo Genro Filho, promovido pela Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor).

O reconhecimento celebra sua pesquisa intitulada "Quantas vezes se pode matar uma mulher morta? Mulheres com deficiência e a cobertura jornalística sobre seus feminicídios", orientada pela professora Karina Gomes Barbosa.

A monografia investiga a representação de casos de feminicídio de mulheres com deficiência na mídia, examinando como esses casos são narrados e discutidos pelo jornalismo. A pesquisa adota uma metodologia de análise de cobertura jornalística para estudar cinco casos de feminicídio e explorar como esses crimes são retratados em veículos de comunicação.

A autora analisa, por exemplo, os enquadramentos utilizados pelas reportagens, a escolha de palavras e imagens e como esses fatores impactam a percepção pública e social do feminicídio, especialmente no contexto da vulnerabilidade de mulheres com deficiência.

O Prêmio Adelmo Genro Filho é uma das principais distinções acadêmicas no campo do jornalismo, reconhecendo produções de relevância e impacto social que contribuem para o avanço da pesquisa e do entendimento sobre a comunicação no Brasil.

A menção honrosa conferida a Lívia Labanca destaca a importância de aprofundar a discussão sobre feminicídio e deficiência, especialmente considerando o papel fundamental da mídia na construção de narrativas que podem influenciar a percepção social sobre a violência de gênero.

A pesquisa está disponível no repositório institucional da UFOP, onde pode ser acessada para consulta e referência.

Este reconhecimento reflete o compromisso do curso de Jornalismo da UFOP em fomentar estudos de impacto social, incentivando a produção acadêmica voltada para questões de direitos humanos e comunicação.

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Laura Gorino é mineira e jornalista formada pela UFOP. Atualmente como repórter multimídia na Itatiaia, com passagem prévia pela filial da rádio em Ouro Preto.

 

 

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