Da herança indígena à mesa mineira, conheça o caldo de canjiquinha
Com costelinha, tomate e cheiro-verde, a receita mostra a riqueza da culinária típica de Minas Gerais

Durante a Copa do Mundo, tivemos a oportunidade de conhecer a gastronomia de diferentes países. Hoje, a viagem dá uma passada em casa, com um prato que faz parte da história da culinária brasileira e, principalmente, da tradição mineira: o caldo de canjiquinha.
Feita a partir do milho quebrado, ingrediente presente na alimentação dos povos indígenas muito antes da colonização, a canjiquinha foi incorporada à culinária de Minas Gerais e, ao longo dos séculos, tornou-se um dos pratos mais tradicionais da cozinha mineira.
Na edição desta semana do Sabores da Copa, da Rádio Itatiaia Ouro Preto, a receita é preparada no restaurante Arena da Coruja. O preparo começa com a canjiquinha, que cozinha por cerca de 25 a 30 minutos. Enquanto isso, a costelinha, temperada com alho e sal, é frita. Em outra panela, alho é refogado com tomate picado e, em seguida, recebe a canjiquinha cozida, o molho de tomate e a costelinha. Depois de levantar fervura, o caldo é finalizado com cheiro-verde e outros temperos.
Em Ouro Preto, quem quiser experimentar esse clássico da culinária mineira pode encontrá-lo no Arena da Coruja, localizado na Rua Edigar Moreira, nº 176, no bairro Caminho da Fábrica.
Mychelle atua como Estagiária de Jornalismo na Rádio Itatiaia Ouro Preto. Paulistana e aluna da Universidade Federal de Ouro Preto, já atuou em portais como Rádio Plural, Perifacon, Estante Diagonal e possui técnico em Publicidade e Propaganda.



