Terremoto de magnitude 6,4 atinge costa central do Japão nesta terça-feira (26)
Apesar da magnitude moderadamente forte, a agência Meteorológica do Japão informou que não há alerta de tsunami até o momento

Um terremoto moderadamente forte de magnitude 6,4 atingiu a costa central do Japão nesta terça-feira (26). Os tremores atingiram uma área que foi devastada no terremoto de 1° de janeiro.
O Governo do Japão, pelo gabinete de Prevenção de Desastres, informou que o terremoto ocorreu a uma profundidade de sete quilômetros às 22h47 em Noto, na província de Ishikawa (10h47 no horário de Brasília).
'Por volta das 22h47 do dia 26, ocorreu um terremoto com intensidade sísmica inferior a 5 em Noto, província de Ishikawa. O epicentro ocorreu na costa Oeste da província de Ishikawa, a profundidade do epicentro foi de aproximadamente 10 km e a magnitude do terremoto foi estimada em 6,4', disse a entidade na rede social X.
Um repórter da emissora NHK que está na região de Ishikawa, no centro do Japão, descreveu ter sentido o "impulso" vertical no momento do terremoto. Os semáforos na região perto dele permaneceram parados horas após o terremoto.
Terremotos frequentes
Situado no topo de quatro grandes placas tectônicas ao longo da borda ocidental do "Anel de Fogo" do Pacífico, o Japão é um dos países mais tectonicamente ativos do mundo.
O arquipélago, lar de cerca de 125 milhões de pessoas, sofre cerca de 1.500 tremores por ano e é responsável por cerca de 18% dos terremotos do mundo.
A grande maioria é leve, embora os danos que causam variem de acordo com sua localização e a profundidade abaixo da superfície da Terra em que atingem.
Noterremoto de 1° de janeiro" presentation="role" href="https://www.itatiaia.com.br/mundo/2024/01/01/video-japao-tem-terremoto-de-magnitude-7-6-e-entra-em-alerta-para-grande-tsunami" data-cms-id="0000018c-c4a2-d6a5-aded-d5a658ee0000" data-cms-href="https://www.itatiaia.com.br/mundo/2024/01/01/video-japao-tem-terremoto-de-magnitude-7-6-e-entra-em-alerta-para-grande-tsunami" link-data="{"cms.site.owner":{"_ref":"00000187-6b8a-db51-afdf-ffae042a0000","_type":"ae3387cc-b875-31b7-b82d-63fd8d758c20"},"cms.content.publishDate":1732647547508,"cms.content.publishUser":{"_ref":"0000018c-364d-d322-adbe-be5f1e050000","_type":"6aa69ae1-35be-30dc-87e9-410da9e1cdcc"},"cms.content.updateDate":1732647547508,"cms.content.updateUser":{"_ref":"0000018c-364d-d322-adbe-be5f1e050000","_type":"6aa69ae1-35be-30dc-87e9-410da9e1cdcc"},"link":{"attributes":[],"item":{"_ref":"0000018c-c4a2-d6a5-aded-d5a658ee0000","_type":"7d984112-0772-3a35-93aa-34c50aaf2ffd"},"_id":"00000193-69d7-dfb5-a997-ebff5fdb0001","_type":"ee274d18-9a15-3a9b-b853-a43c7547d61b"},"theme.bundle-default.:link:LinkEnhancement.hbs._template":null,"theme.bundle-default.:link:LinkEnhancement.hbs._preset":null,"_id":"00000193-69d7-dfb5-a997-ebff5fdb0000","_type":"02ec1f82-5e56-3b8c-af6e-6fc7c8772266"}"> terremoto de 1° de janeiro, o mais grave desde 2011, mais de 400 pessoas morreram. Os tremores derrubaram prédios, causaram incêndios e destruíram infraestrutura no momento em que as famílias comemoravam o ano novo.
*Com informações da AFP
Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), Giullia Gurgel é repórter multimídia da Itatiaia. Atualmente escreve para as editorias de cidades, agro e saúde



