Líderes mundiais reagem ao ataque a tiros em jantar de Trump nos EUA
Suspeito realizou disparos durante um jantar em um hotel de Washington

Diversos líderes mundiais condenaram o ataque a tiros no jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, ocorrido nesse sábado (28), em Washington. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi retirado do evento às pressas após os disparos.
Segundo as autoridades, o suspeito, que comparecerá a um tribunal na segunda-feira (27), estava armado com uma espingarda, uma pistola e facas.
Estas foram as principais reações:
Lula
O presidente expressou na rede X sua "solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes em Washington".
"O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger", afirmou.
Rei Charles III
O rei Charles III da Inglaterra expressou seu "grande alívio" pelo fato de o presidente Trump, sua esposa Melania e outros convidados terem escapado ilesos dos disparos, informou o Palácio de Buckingham.
UE
"Acabei de falar com o presidente Donald Trump para expressar minha solidariedade a ele e à primeira-dama após a tentativa de ataque", declarou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no X.
"Reiteramos que a violência política não tem lugar em nossas democracias", acrescentou.
Keir Starmer
O primeiro-ministro britânico disse estar "chocado com as cenas da noite passada no jantar dos correspondentes da Casa Branca, em Washington".
"Qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado nos termos mais contundentes", escreveu em sua conta no X este domingo.
Emmanuel Macron
"O ataque armado da noite passada contra o presidente dos Estados Unidos é inaceitável. A violência não tem lugar numa democracia. Ofereço meu total apoio a Donald Trump", escreveu o presidente francês no X.
Giorgia Meloni
A primeira-ministra italiana expressou sua "total solidariedade e sincera compaixão" a Trump e aos demais presentes. "O ódio político não tem lugar em nossas democracias. Não toleraremos que o fanatismo envenene os espaços para o livre debate e a informação", acrescentou.
Benjamin Netanyahu
O primeiro-ministro israelense afirmou que ele e sua esposa Sara ficaram "chocados com a tentativa de assassinato" contra o presidente Trump.
"Desejamos uma recuperação completa e rápida ao policial ferido e elogiamos o Serviço Secreto dos Estados Unidos por sua resposta rápida e decisiva", acrescentou no X.
Delcy Rodríguez
"Rejeitamos a tentativa de ataque contra o presidente @realDonaldTrump e sua esposa, Melania, aos quais estendemos nossos melhores votos, assim como aos participantes do Jantar dos Correspondentes. A violência jamais será uma opção para aqueles de nós que defendem as bandeiras da paz", escreveu a presidente interina da Venezuela em sua conta no X.
Claudia Sheinbaum
O presidente do México afirmou em uma mensagem nas redes sociais que "a violência nunca deve ser o caminho".
"É bom saber que o presidente Trump e sua esposa estão bem após os recentes acontecimentos. Enviamos nossos respeitos a eles. A violência nunca deve ser o caminho", escreveu a líder de esquerda.
Javier Milei
"O Gabinete da Presidência expressa sua mais veemente condenação à mais recente tentativa de assassinato contra o presidente Donald J. Trump", afirmou a Presidência da Argentina em comunicado.
O presidente argentino também manifestou sua satisfação com a prisão do atirador "antes que ele pudesse concretizar o ataque e matar alguém".
Recep Tayyip Erdogan
O presidente turco condenou o incidente, comentando que "nas democracias, as lutas são travadas com ideias, e não há lugar para qualquer forma de violência".
Narendra Modi
O primeiro-ministro da Índia disse estar "aliviado em saber que o presidente Trump, a primeira-dama e o vice-presidente estão sãos e salvos".
"A violência não tem lugar em uma democracia e deve ser condenada inequivocamente", escreveu em sua conta no X.
Mark Carney
O primeiro-ministro canadense também disse estar "aliviado" por Trump e seus assessores terem escapado ilesos e enfatizou que "a violência política não tem lugar em uma democracia".
Pedro Sánchez
"Condenamos o ataque ocorrido esta noite contra o presidente Trump", escreveu o primeiro-ministro espanhol em sua conta no X.
"A violência nunca é a resposta. A humanidade só avançará através da democracia, da convivência e da paz", acrescentou.
Shehbaz Sharif
O primeiro-ministro do Paquistão, país que atua como mediador no conflito entre os Estados Unidos e o Irã, disse estar "profundamente impactado" com o incidente ocorrido no jantar de gala dos correspondentes da Casa Branca.
Ataque a tiros
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi retirado do jantar às pressas durante os disparos, e outras autoridades do alto escalão do governo norte-americano foram protegidas por agentes do FBI durante a ocorrência.
Foram efetuados ao menos cinco disparos. Cole Tomas Allen, de 31 anos, será acusado de usar arma de fogo durante crime violento e de agredir um agente federal utilizando uma arma perigosa. Ele irá a tribunal nesta segunda-feira (27).
Allen é morador de Torrance, na Califórnia, onde trabalha como tutor. Ele tinha como alvo autoridades ligadas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Um agente do Serviço Secreto foi baleado.
Após a ocorrência, Trump elogiou os agentes do Serviço Secreto e afirmou que o momento foi traumático. Trump disse ainda que o suspeito era uma pessoa "muito doente".
*Com AFP
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