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Jovem é condenado à prisão perpétua por matar brutalmente a namorada na Itália

O crime causou consternação generalizada, em parte devido à brutalidade do assassinato, mas também pela juventude do agressor e da vítima

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Justiça • Pixabay

Foi condenado à prisão perpétua nesta semana Filipo Turetta, de 23 anos, pelo homicídio de Giulia Cecchettin, de 22, ex-namorada dele. O caso, ocorrido em 2023, chocou a Itália e acendeu um alerta sobre violência de gênero.

Turetta confessou ter esfaqueado Giulia até a morte em Fossò, perto de Veneza, em 11 de novembro de 2023, dias antes de ela se formar em engenharia biomédica na Universidade de Pádua.

Além da pena de prisão perpétua, a corte condenou o réu a indenizar Gino Cecchettin, pai da vítima, em 500 mil euros (R$ 3,2 milhões), Elena e Davide, irmãos da jovem, em 100 mil euros (R$ 640 mil) cada um, e a avó Carla Gatto e o tio Alessio em 30 mil euros (R$ 191 mil) cada. Além disso, Turetta terá de arcar com as despesas do processo.

O crime causou consternação generalizada, em parte devido à brutalidade do assassinato, mas também pela juventude do agressor e da vítima. Segundo promotores do caso, o homem esfaqueou Giulia 75 vezes.

A estudante universitária foi dada como desaparecida em 11 de novembro, após ter saído para comer com Turetta. Seu corpo foi encontrado em uma ravina perto do Lago Barcis, na região de Friuli Veneza Giulia, uma semana depois.

Já Turetta fugiu após abandonar o cadáver, mas foi preso na beira de uma estrada nos arredores de Leipzig, na Alemanha, após ter ficado sem dinheiro para abastecer o carro. Ao confessar o crime, disse ter matado Giulia porque ela não queria reatar o relacionamento amoroso entre os dois.

*Com informações de ANSA

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