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Governo de Israel diz estar aberto a negociação com o Hamas para 'fim dos combates' em Gaza

A Defesa Civil de Gaza relata mais de 300 mortes em menos de uma semana após ofensiva do exército israelense

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DOIS MENINOS ADOLESCENTES EM CIMA DE DESTROÇOS NA FAIXA DE GAZA
Nesta segunda (24), defesa cívil informou que pelo menos três pessoas morreram em Gaza após bombardeios insraelenses  • Reprodução | Redes Sociais.

O governo de Israel afirma que está "disposto" a conversar com o grupo terrorista Hamas para que seja feito um acordo que inclua o "fim dos combates" no território de Gaza. A condição, no entanto, é que o movimento islamista saia do local.

No último sábado (17), o Exército de Israel anunciou que fez o lançamento de "bombardeios extensos" para "tomar o controle de áreas da Faixa de Gaza". A ação, segundo organizações filantrópicas e equipes de resgate, resultou em 50 mortes.

Neste domingo (18), o gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que "neste momento, a equipe de negociação em Doha trabalha para esgotar todas as possibilidades de um acordo".

Segundo o comunicado, o acordo iria incluir "a libertação de todos os reféns, o exílio dos terroristas do Hamas e o desarmamento da Faixa de Gaza".

Pressão internacional

Com a intensificação da ofensiva israelense, a pressão internacional em Netanyahu aumentou.

No sábado, durante uma cúpula da Liga Árabe em Bagdá, líderes pediram financiamento para a reconstrução de Gaza e também que fosse feito uma pressão coletiva para "interromper o derramamento de sangue",

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Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais, com passagem pela Rádio UFMG Educativa. Na Itatiaia, já foi produtora de programas da grade e repórter da Central de Trânsito Itatiaia Emive.

 

 

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