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Civil é baleado ao tentar desarmar autor de atentado terrorista na Austrália

'Segundo herói' foi confundido pelos militares e por populares e acabou sendo baleado e agredido

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Ataque a tiros contra festa judaica na Austrália deixou 11 mortos neste domingo (14)
Ataque a tiros contra festa judaica na Austrália deixou 16 mortos neste domingo (14) • DAVID GRAY / AFP

Um outro civil foi herói durante um atentado que matou 16 pessoas na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália. O homem, que não foi identificado, chutou a arma de um dos atiradores, que estava ferido. Logo depois, o civil foi baleado acidentalmente pela polícia.

Ao menos 16 pessoas morreram no atentado, considerado um ato terrorista motivado por ideologias do Estado Islâmico. O civil, segundo a NDTV, é refugiado do Oriente Médio e mora na Austrália há cerca de 10 anos.

Vídeos publicados nas redes sociais mostram o civil caminhando até uma passarela próximo ao local do ataque. Um dos agressores estava ferido no chão. Com cautela, o homem chutou o rifle do atirador para longe e recuou com as mãos para cima.

O civil foi baleado pela polícia e atacado por populares, que o confundiram com o atirador. A polícia o imobilizou e interrompeu os ataques. Não se sabe o estado de saúde do civil.

O homem é casado e tem filhos australianos.

O ataque

Pai e filho abriram fogo contra o público durante uma celebração judaica na praia de Bondi, em Sydney, matando ao menos 16 pessoas e ferindo 40.

O atentado ocorreu às 18h37 do horário local, sendo 4h37 em Brasília. A polícia afirmou que eles visaram deliberadamente a comunidade judaica.

Os autores são: Sajid Akram, de 50 anos, e Navee Akram, de 24. O ataque foi motivado por ideologias do Estado Islâmico, apontou a polícia.

Cerca de mil pessoas estavam reunidas no local em comemoração ao Hanukkah. O evento havia começado menos de 2 horas antes do ataque iniciar. O tiroteio foi classificado como um incidente terrorista.

Uma menina de 12 anos e um rabino estão entre as vítimas, informou o co-diretor executivo do Conselho Executivo da Comunidade Judaica Australiana, Alexander Ryvchin, à CNN.

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Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.

 

 

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