HPS vai apurar circunstâncias de morte de paciente em Juiz de Fora
Segundo depoimento da filha em redes sociais, falha em procedimento pode ter causado morte do pai. Secretaria de Saúde informou que abriu procedimento administrativo

O Hospital de Pronto Socorro de Juiz de Fora abriu procedimento administrativo para apurar as circunstâncias da morte do paciente Raimundo Evangelista de Almeida. O caso se tornou público após denúncia feita pela filha, Tainá Ribeiro, nas redes sociais.
A informação foi divulgada em nota pela Secretaria de Saúde nesta terça (26). No texto, a instituição se diz consternada com a situação.
Paciente não poderia ter recebido medicamento, afirma filha
Nas redes sociais, Tainá Ribeiro contou que o pai deu entrada no HPS no sábado (23), após ser atropelado por uma motocicleta na rua José Lourenço no bairro Borboleta. A informação da família é que ele estava com fratura no tornozelo, machucou a face e usava um colar por conta da coluna.
De acordo com a filha, no domingo (24), o paciente apresentava melhora e conversava normalmente, quando foi administrado o medicamento dipirona na veia do paciente.
No relato, a filha alega que o pai era alérgico ao medicamento e que a informação constava na ficha dele. Após isso, ele foi encaminhado para a UTI e veio a óbito durante a madrugada.
Désia Souza é jornalista pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), onde também cursou pós graduação em “Mídia e Cidadania” e mestrado em “Comunicação e Poder”. É coordenadora de jornalismo na Itatiaia Juiz de fora, onde também atua como âncora e repórter.



