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Gabiru abre o jogo sobre salários no vôlei brasileiro: ‘Não se tem um padrão’

Líbero jogou os últimos dois anos no Batavo Mackenzie; antes defendia o Sesc RJ Flamengo

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Gabiru no podcast Basticast
Gabiru no podcast Basticast • Reprodução/Basticast

A líbero Gabriella Guimarães, a Gabiru, abriu o jogo sobre os salários no voleibol brasileiro. A jogadora fez um relato da própria experiência jogando em times grandes e times menores.

Gabiru jogou no Sesc RJ Flamengo por seis temporadas. Em 2024, ela decidiu sair e foi anunciada pelo Batavo Mackenzie. Na equipe carioca, a líbero era reserva e, segundo ela, ganhava mais do que sendo titular no clube mineiro.

“Você vai ganhar mais dinheiro no banco de um time grande, do que jogando em um time pequeno. Quando eu saí do Flamengo, eu derreti meu salário, mas fui com o objetivo de jogar, e não de ganhar dinheiro”, disse ao Basticast.

Gabiru completou, ainda, que no vôlei brasileiro existe muita disparidade de salários entre os clubes e, também, entre jogadoras veteranas e calouras.

“Tem hora que você quer ficar sentadinha ali colocando R$45 mil por mês no bolso. E isso eu estou falando baixo, tem menina que ganha muito mais. Os grandes vão pagar bem, os menores já vão pagar melhor para três jogadoras. Não se tem um padrão. Tem menina que ganha R$200 mil por mês e outra que ganha R$5 mil, uma é bicampeã olímpica e a outra está começando agora”, explicou Gabiru.

De saída para a Europa

Após duas temporadas no Mackenzie, Gabiru está de saída para o vôlei europeu. Ela será jogadora do Benfica-POR. A jogadora confirmou o próximo destino em entrevista ao Basticast.

“Eu queria realmente mudar meus ares neste momento, e aí resolvi aceitar a proposta. Estou em paz, tranquila, mas é muito doido que eu já joguei 17 Superligas, comecei muito nova. Queria ver uma experiência nova, testar um outro mercado, e eu escolhi esse momento para fazer isso”, declarou.

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Giovanna Rafaela Castro é jornalista graduada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Amante de esportes e suas diversas ramificações no extracampo. Passagem por Estado de Minas.

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