Entre os vários brasileiros medalhistas nas
Para o ex-oposto, a profissão atual exige algo semelhante ao que o esporte pede dos atletas: disciplina. Aos 44 anos, ele revelou o que leva dos tempos de quadra para trabalhar no comércio de imóveis na capital catarinense.
“Ser atleta e corretor tem muito a ver, como em qualquer área. Para ser atleta e chegar no alto nível, você tem que ser uma pessoa muito disciplinada, tem que abdicar de muitas coisas na vida e tem que perseguir o seu sonho e objetivo. Você tem que colocar toda a sua energia na sua linha de trabalho para conseguir realiza o que você quer e chegar ao sucesso”, contou.
Relembre a carreira do campeão olímpico
Nascido no interior de São Paulo, Evandro foi para a capital paulista aos 13 anos em busca do sonho de ser jogador de vôlei. Ele passou em um teste no Banespa e ali começou uma caminhada vencedora.
Em 2001, o oposto integrou a seleção juvenil campeã mundial na Polônia. Cinco anos depois, já na equipe profissional, fez parte do elenco campeão da Liga Mundial. Além das Olimpíadas de 2016, ele também conquistou a medalha de ouro na Copa dos Campeões de 2013, no Japão.
Evandro passou por equipes da Grécia, Itália, Argentina e Japão — com títulos nos dois últimos, além do vôlei nacional. No Brasil, o oposto defendeu, principalmente, Sesi e
São três títulos da