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Em podcast, Walewska revelou qual era o sonho da vida além do vôlei

Ex-jogadora morreu nessa quinta-feira (21) aos 43 anos

Em podcast gravado um dia antes de seu falecimento, Walewska revelou qual profissão exerceria se não fosse jogadora de vôlei. Na produção divulgada nessa quinta-feira (21), a ex-central manifestou seu amor por música clássica e disse que se não fosse atleta, seria pianista.

“Eu falo sempre que se eu não fosse jogadora de vôlei eu seria pianista, com certeza. A minha mãe não é pianista, mas ela toca. Meus sobrinhos também estão tocando. Meu pai toca, meu irmão toca, só eu que não toco absolutamente nada. Me falta tocar um piano”, comentou a ex-jogadora.

Walewska também contou ao podcast Ataque Defesa sobre o momento em que começou a ser presente nas redes sociais. “Eu entrei no Instagram no meu último ano [de carreira]. Só entrei porque as pessoas pediam muito. Algumas pessoas não sabiam nem que eu era casada de tão reservada que eu era”, explicou a campeã olímpica.

“Eu via as meninas mexendo e gastando muito tempo ali. Meu tempo era para leitura, ver um bom filme, escutar uma boa música. Eu amo música clássica. Elas enlouqueciam quando eu ouvia música clássica. O meu tempo que era livre e pouco, eu usava muito melhor tendo acesso a coisas que foram muito importantes no meu pós-carreira”, completou Walewska.

A ex-jogadora da Seleção Brasileira de Vôlei, do Minas e do Praia Clube, morreu nesta quinta-feira (21), aos 43 anos. Segundo o Boletim de Ocorrência, redigido pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a campeã olímpica caiu do 17º andar de um prédio. A Polícia Civil investiga as circunstâncias.

Graduada em Jornalismo pela PUC Minas e repórter do portal Itatiaia Esporte. Cobre outras modalidades, especialmente vôlei.
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