Surfe na Olimpíada: Brasil chega com “força total”, diz CEO da WSL
Ivan Martinho, CEO da WSL na América Latina, concedeu entrevista exclusiva à CNN

“A força é total”. É o que diz Ivan Martinho, CEo da WSL (World Surf League) na América Latina, sobre o surfe brasileira na Olimpíada de Paris. Convidado do CNN Esportes S//A desta semana, Ivan se mostrou animado com as possibilidades de medalhas do Brasil.
Teahupoo
O surfe em Paris 2024 será na praia de Teahupoo, no Taiti, que também é uma das etapas da Liga Mundial de Surfe (WSL). Apesar de desafiadora e perigosa, é uma das preferidas dos atletas de elite.
“Acho que eles chegam cheios de motivação. Primeiro para manter a medalha de ouro no Brasil, e depois para, quem sabe, completar o pódio, né? Todos ali têm conhecimento daquela onda, já foram treinar, já fizeram viagens pra treinar, para ter o melhor apoio possível e são também muito respeitados no circuito mundial. Então os atletas de outras nacionalidades sabem que tem uma parada dura pela frente ao encarar os brasileiros”, complementou Ivan.
Mulheres no Surfe
“Luana e a própria Tainá tem também condições de fazer um ótimo resultado. E eu acho que a Tati não é só uma surfista super experiente, acostumada com ondas grandes. Cresceu no Havaí, está acostumada com ondas grandes, tubulares e conhece muito desse ambiente, já esteve no Taiti competindo algumas vezes e acabou com uma nota 10 para provar”.
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