Surf: federação muda regra de classificação à Olimpíada, e Brasil pode ser afetado
Brasil foi o país que mais mandou representantes na modalidade na última edição

A Federação Internacional de Surf (ISA) divulgou nesta sexta-feira (20) mudanças na forma de classificações a modalidade para os Jogos Olímpicos de Los Angeles em 2028. Com isso, o Brasil, país que mais levou atletas na última edição (6), pode perder espaço.
Ao todo, serão 48 surfistas classificados, 24 homens e 24 mulheres, com um máximo de três por país. Essa regra já existia antes, no entanto, a forma de classificação foi alterada.
Agora, serão menos vagas para a “elite”, ou seja, via WSL, principal competição de surf. "Apenas" os cinco primeiros do ranking de cada gênero em junho de 2028 garantem vaga, com a determinação de no máximo um por país. Antes, eram 10.
No entanto, há uma alternativa: será dada uma vaga por gênero para as melhores equipes (países) no ranking do ISA Games de 2026 e 2027.
Dessa forma, a “Brazilian Storm” precisa terminar em primeiro no ranking da competição em 2026 ou em 2027. No fim, o máximo de atletas permitidos por país em um gênero é de três.
As outras vagas serão distribuídas da seguinte forma:
- Jogos Asiáticos 2026: uma por gênero
- Jogos Pan-Americanos 2027: uma por gênero
- Campeonato Europeu 2027: uma por gênero
- Isa 2027: uma vaga por gênero para África e uma por gênero para a Oceania
- País anfitrião (EUA): uma vaga por gênero, exceto que já tenham garantido classificação através dos outros
- Universalidade: uma por gênero para países em desenvolvimento - os países elegíveis deverão se inscrever. O atleta indicado deverá ficar entre os 40 melhores colocados nos Jogos Mundiais de 2027 ou 2028
Alecsander Heinrick é formado em Comunicação Social - Jornalismo pela PUC Minas e tem experiências em agências de comunicação e redação. Teve passagens por Esporte News Mundo, EstrelaBet, Jornal Hoje em Dia, Trivela e Jornal O Tempo. Apaixonado por todos os tipos de esportes, em especial futebol, futebol americano e basquete, além de séries e filmes.



