Regra permite? Entenda por que Brasil fez sete substituições diante da Colômbia
Dorival Júnior realizou sete alterações na vitória do Brasil contra a Colômbia e chamou a atenção da web

O Brasil venceu a Colômbia por 2 a 1 nesta quinta-feira (20), pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Porém, o que chamou a atenção dos torcedores foi o fato de Dorival Júnior ter feito sete substituições no Mané Garrincha. E a pergunta que fica é: o regulamento permite essa quantidade de alterações? E a resposta é sim.
No regulamento de competições consta que, caso um jogador seja substituído por concussão, a alteração não ‘conta’. Obrigatoriamente, o árbitro avisa ao time adversário, que ganha a possibilidade de fazer mais uma troca. Nesse caso, como o limite inicial é de cinco substituições, os times poderiam mexer até seis vezes.
Porém, no jogo desta quinta-feira (20), dois jogadores deixaram o campo por concussão, o goleiro Alisson, do Brasil, e o zagueiro Davinson Sánchez, da Colômbia. Com duas alterações por concussão, cada seleção ganhou mais duas trocas. Assim, o máximo de mexidas deixou de ser cinco e se tornou sete. Abaixo, o regulamento explica:
“O time adversário é informado pelo árbitro que tem a opção de usar uma substituição adicional, que podem ser usadas simultaneamente com a 'substituição por concussão' feita pelo outro time ou a qualquer momento depois disso (exceto conforme descrito de outra forma nas Leis do Jogo)”, diz a regra.
Jornalista pela PUC Minas, Pedro Leite é repórter do portal Itatiaia Esporte. Tem experiência na cobertura diária de portais, redes sociais e jornal impresso. Apaixonado por futebol, já passou pelo Superesportes.



