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As principais saídas recentes na diretoria incluem Marcio Carlomagno, superintendente geral, e José Eduardo Martins, diretor de comunicação. Outras baixas no clube social farão o clube totalizar os R$ 4 milhões em economias, segundo cálculos internos.
A “limpeza” no São Paulo foi uma das atitudes capitaneadas por Harry Massis Júnior, que assumiu como presidente após a renúncia de Julio Casares, que enfrentava processo de impeachment.
Massis completou um mês à frente da gestão e estabeleceu outras prioridades, além das trocas internas. Por exemplo, a direção chegou a um acordo com o elenco sobre pagamento de salários e direitos de imagem atrasados.
Os atrasos variavam entre um a três meses, de acordo com a situação de cada atleta.
Outra medida foi reorganizar o departamento de futebol, que agora é totalmente comandado pelo executivo Rui Costa. Ele lida diretamente com Massis e fica como principal responsável por contratações e saídas. O ex-jogador Rafinha ocupa função de gerente esportivo, fazendo elo entre elenco e diretoria.