A FGOAL desistiu da ação que movia contra o
A empresa cobrava mais de R$ 5 milhões e alegava que o contrato teve rompimento unilateral. Porém, tomou a decisão de voltar atrás na ação protocolada.
No início de fevereiro, o São Paulo informou a rescisão com a FGOAL, alegando movimentações financeiras nas contas do clube que não foram autorizadas.
“Tal decisão foi tomada após o São Paulo FC analisar informações da plataforma ZIG Pay (responsável pela operação do sistema de máquinas de pagamento utilizadas no Clube) e constatar que, sem autorização formal ou contratual, e sem conhecimento dos departamentos responsáveis por gerir as atividades financeiras do Clube, a FGOAL movimentou referida agenda financeira”, relatou o Tricolor, em nota.
Na ocasião, a rescisão contratual foi por justa causa, com efeito em 30 dias, contados a partir do envio da notificação.
Após a saída de Julio Casares — que estava envolvido em processo de impeachment e renunciou à presidência do São Paulo — o vice Harry Massis Júnior assumiu a gestão.
O novo mandatário ordenou a revisão de todos os contratos vigentes como uma de suas primeiras atitudes no cargo, diante das acusações e investigações de casos de corrupção no São Paulo.