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Para o técnico Abel Ferreira, o Alviverde já havia tido bons momentos em triunfos anteriores, mas agora jogou com uma escalação mais próxima da ‘ideal’.
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“Acho que contra Santos e Mirassol já tínhamos demonstrado uma dinâmica boa. Hoje foi uma equipe mais aproximada do que pode ser a equipe do futuro, com mais consistência. Essa competição era importante para ver todos os jogadores, ver os jogadores da base como Luís Pacheco, Larson e Arthur. Ao longo do ano eles serão necessários como outros da base foram nos últimos anos”, comentou Abel.
Resposta após ‘pancada’ do meio de semana
Um desempenho agradável era necessário para o Palmeiras responder ao princípio de crise da semana. A derrota avassaladora para o Novorizontino, por 4 a 0, estremeceu o clube, inclusive com pichações nos muros do Allianz Parque.
Em campo, a equipe correspondeu e foi superior ao São Paulo. Maurício abriu o placar, Bobadilla empatou, mas Flaco López (em um lindo gol) e Khellven garantiram a vitória na Arena Barueri.
Abel exaltou o que já havia dito em Novo Horizonte-SP: a necessidade de competir em campo, independente do adversário.
“Treinar bem e competir não é escolha, é obrigação. Às vezes precisamos tomar algumas pancadas e frustrações para percebermos que precisamos ser competitivos. Ser competitivo é tudo, é passar, é driblar, é não fugir da responsabilidade. A melhor resposta que poderíamos dar não era com palavras, é com ações dentro de campo e fizemos isso hoje”, completou o treinador.
O Palmeiras volta a campo na quarta-feira (28), às 19h (de Brasília), quando enfrenta o Atlético, na Arena MRV, pela estreia do Campeonato Brasileiro.