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Presidente admite que Atlético tem carência no ataque; saiba mais

Sérgio Coelho concedeu entrevista coletiva nesta terça-feira e falou sobre necessidade de reforçar o ataque do Galo

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Transformação em SAF é chave do Atlético para atender pedidos de Coudet
Transformação em SAF é chave do Atlético para atender pedidos de Coudet • Pedro Souza/Atlético

As vendas de Sasha e Ademir, para Red Bull Bragantino e Bahia, de Keno, para o Fluminense, e a lesão de Alan Kardec, deixaram o Atlético em alerta para a necessidade de reforçar o setor ofensivo. Isso, inclusive, fez com que a diretoria desse carta branca ao técnico Eduardo Coudet para buscar um nome no mercado; contudo, com o fim do prazo de inscrições para a Libertadores, a possibilidade de um novo nome ficou para julho.


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Durante entrevista coletiva extraordinária, concedida nesta terça-feira (11), o presidente Sérgio Batista Coelho aproveitou o momento, no qual justificou a permanência do comandante argentino, para revelar que dois nomes foram sugeridos pelo 'dono da prancheta', mas rechaçados pelo CIGA (departamento responsável pela análise de mercado).

Conforme apurou a Itatiaia, Coudet sugeriu que o clube buscasse o também argentino Marco Ruben, que pendurou a chuteira em maio do ano passado, pelo Rosario Central, e Deyverson, atualmente no Cuiabá.

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“Falamos com o Coudet que, se virarmos SAF, vamos ter dinheiro para investir no meio do ano. Se não, vamos investir como investimos agora. Trouxemos nove jogadores. Seis deles indicados pelo Coudet e estamos satisfeitos com esses seis – Saravia, Lemos, Fuchs, Battaglia, Edenilson e Patrick. Ele indicou, gostamos e agradeço por ter indicado. Com aprovação do Coudet, também trouxemos Igor Gomes e repatriamos Hyoran. Temos a terceira folha mais alta do futebol brasileiro, mesmo administrando essa divida. Como não tem investimento?”, destacou Coelho.

"Talvez uns 10 dias antes de fechar a janela para a Libertadores, fizemos uma reuinão e ele pediu um primeiro volante e um centroavante. Liberamos que ele procurasse estes dois jogadores; ele achou o Battaglia (volante), mas não o segundo (atacante). Caso o Kardec não volte até o meio do ano - o jogador se recupera de cirurgia de hérnia e teve complicações no processo de recuperação -, vamos precisar de um outro atacante. Quando o Paulinho machucou domingo, eu gelei", foi além.

Contratado no fim do ano passado, Eduardo Coudet chegou para ser o sucessor de Cuca e, até o momento, comandou o Atlético em 17 partidas. Foram 11 vitórias, quatro empates e outras duas derrotas. Ele classificou o Alvinegro para a fase de grupos da Libertadores e, no último domingo (9), foi campeão estadual.

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Henrique André é repórter multimídia e setorista do Atlético na Itatiaia. Acumula passagens por Uol Esporte, Jornal Hoje em Dia e outros veículos. Participou da cobertura de grandes eventos, como Copas do Mundo (2014-18), Olimpíada (2016-2021) e Mundial de Clubes (2025).

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