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Pânico no Mineirão: torcedores do Atlético se dividem sobre uso de máscara na Libertadores 

Cambistas vendem máscaras que marcaram duelo do Atlético em 2013, antes de ‘decisão’ das oitavas 

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Máscaras do pânico estão sendo vendidas no Mineirão
Máscaras do pânico estão sendo vendidas no Mineirão  • Henrique André/Itatiaia

20 reais. Este é o “valor da polêmica”. Antes do duelo entre Atlético x Palmeiras, pela Libertadores, cambistas tentavam vender as máscaras que, em 2013, dividiram opinões num jogo histórico para o Galo.

Em 30 de maio daquele ano, os atleticanos tentaram assustar o Tijuana, do México, com milhares das peças, criando um clima de “pavor” no Horto. Contudo, se não fosse a defesa do goleiro Victor já nos acréscimos do segundo tempo, a classificação para as semifinais teria ido para o espaço.

Para muitos, sorte causada pela máscara. Para outros tantos, sem ela tudo teria sido mais fácil.

Nesta quarta-feira (2), noite em que o Atlético inicia a caminhada nas oitavas de final do torneio, contra o Palmeiras, a ideia foi colocada em prática novamente, após mobilização nas redes sociais.

No entorno do Gigante da Pampulha, seguiu a polêmica. Ótima ideia para alguns, terrível para outros.

O resultado? Só saberemos após o apito final. A bola rola a partir das 21h30.

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Henrique André é repórter multimídia e setorista do Atlético na Itatiaia. Acumula passagens por Uol Esporte, Jornal Hoje em Dia e outros veículos. Participou da cobertura de grandes eventos, como Copas do Mundo (2014-18), Olimpíada (2016-2021) e Mundial de Clubes (2025).

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