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Nacionalizar marca é estratégia do Atlético para aumentar receita

Desafio do clube é conseguir competir com os grandes clubes de São Paulo e Rio de Janeiro 

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Atlético pretende nacionalizar marca do clube
Atlético pretende nacionalizar marca do clube  • CNN/divulgação

Para ter mais chances de ter sucesso dentro das quatro linhas, tentar diminuir a diferença de receitas em relação aos clubes de Rio de Janeiro e São Paulo é um desafio para o Atlético. Para isso, o clube traçou uma nova estratégia importante para conseguir arrecadar mais dinheiro e competir com os adversários mais ricos.

Recentemente, nacionalizar a marca passou a ser um objetivo da diretoria alvinegra. Nizan Guanaes, um dos publicitários mais reconhecidos do país, foi escolhido para trabalhar nesse processo. Desde a chegada dele, a frase "Galo, uma paixão nacional" passou a ser utilizada nas redes sociais.

"O que o Atlético tem que fazer é o que estamos buscando com o novo posicionamento que está aí nas redes sociais falando que o Galo é uma paixão cada vez mais nacional. Isso é para a gente conseguir esse espaço e nacionalizar o Atlético. É isso que estamos tentando buscar. Ter um clube cada vez mais sustentável para que a gente possa se manter competitivos entre os cinco ou seis maiores clubes do Brasil", disse o CEO Bruno Muzzi ao CNN Esportes S/A.

Na entrevista, o dirigente do Atlético destacou a dificuldade em conseguir competir com os times de São Paulo, cidade mais rica do país. Por uma construção histórica, os cariocas têm uma torcida nacional, o que também ajuda nas receitas. Esse é o objetivo do Galo para os próximos anos.

"Não tenha dúvidas que existe uma diferença muito grande de quando você sai do eixo. Alguns reflexos a gente percebe pelo campeonato regional. Em 2022, o Atlético recebeu R$ 6 milhões. O Palmeiras, que foi campeão em São Paulo, recebeu R$ 40 milhões só no Campeonato Paulista. Aí você vê como isso afeta as linhas de receita", declarou.

Veja entrevista na íntegra


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Esta é a segunda edição do CNN Esportes S/A. A estreia teve entrevista exclusiva com Leila Pereira, presidente do Palmeiras. Aos domingos, às 20h45, o programa vai falar sobre um mercado que movimenta bilhões e é um dos mais lucrativos do mundo: o futebol.

Em pauta, os assuntos mais quentes da indústria do mundo da bola, na perspectiva de economia e negócios.

A entrevista de Bruno Muzzi e Sérgio Coelho ao CNN Esportes S/A foi gravada há uma semana, antes da saída do treinador Eduardo Coudet do Atlético.

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