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Hulk atende filho de torcedora do Atlético agredida em cadeira cativa na Arena MRV

Regina Pacífico e o filho Marcos, de 12 anos, assistira de um camarote a vitória por 2 a 1 sobre o São Paulo

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Marcos e Hulk juntos na Arena MRV após vitória do Atlético sobre o São Paulo • Imagem cedidas à Itatiaia

Atacante, capitão e ídolo do Atlético, Hulk atendeu o filho da torcedora agredida em uma cadeira cativa na Arena MRV, em Belo Horizonte, na derrota por 4 a 2 para o Flamengo, em 3 de julho. O encontro ocorreu nessa quinta-feira (11), após vitória por 2 a 1 sobre o São Paulo, também no estádio alvinegro.

Hulk atendeu tanto a mãe, Regina Pacífico, quanto o filho, Marcos, de 12 anos. O ídolo do Galo tirou fotos e autografou camisas e até o cartaz que o pequeno torcedor.

"Aqui é Galo. Hulk, sou seu fã. Realize meu sonho, quero te conhecer", escreveu Marcos, no cartaz. O filho de Regina Pacífico também levou a placa na partida contra o Flamengo.

Nessa quinta, o Atlético venceu o São Paulo em jogo da 16ª rodada do Brasileirão. Marcos e Regina foram convidados pelo clube atleticano para acompanhar, de um camarote, ao jogo contra o Tricolor.


Regina Pacífico levou o filho Marcos, de 12 anos em um dos camarotes do Atlético

A agressão no jogo diante do Flamengo

Segundo relato da torcedora, tudo devido à sua classe social. Sem condições de comprar ingressos, ela ganhou da irmã a oportunidade de acompanhar de perto o atacante Hulk, ídolo do menino.

“Eu estava na cadeira destinada corretamente pelo meu ingresso, quando comecei a ouvir algumas ofensas logo após o início da partida, de um senhor que estava duas fileiras atrás de nós. Meu filho estava de pé quando o senhor gritou com ele para sentar, que havia pagado R$ 40 mil pela cadeira, que não queria olhar e vê-lo. Meu menino sentou, mas o senhor não parou de nos xingar. Ele falou muitas ofensas, sobre nossa posição social e a dele, continuou falando que gente igual a mim e meu menino não deveríamos nem estar ali”, relata Regina à Itatiaia.

“Não sei se terei outra oportunidade de voltar ao estádio para ver outro jogo. Decidi não ir à delegacia, mesmo com o apoio de outros torcedores que presenciaram a cena. O agressor continuou se dirigindo à minha pessoa de forma pejorativa, mesmo com os seguranças por perto. A ação da segurança foi pegar meus dados pessoais para registrar o fato e retiraram o agressor do local onde estávamos”, conta Regina.

“Fui acolhida pelos outros torcedores que também são donos de cadeiras cativas e alguns me relataram que outros episódios de agressão com este senhor já aconteceram outras vezes, e que quase acabaram em ações mais violentas”, finalizou.

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Henrique André é repórter multimídia e setorista do Atlético na Itatiaia. Acumula passagens por Uol Esporte, Jornal Hoje em Dia e outros veículos. Participou da cobertura de grandes eventos, como Copas do Mundo (2014-18), Olimpíada (2016-2021) e Mundial de Clubes (2025).

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Leonardo Parrela é chefe de reportagem do portal Itatiaia Esporte. É formado em Jornalismo pela PUC Minas. Antes da Itatiaia, colaborou com ge.globo, UOL Esporte e Hoje Em Dia. Tem experiência em diversas coberturas como Copa do Mundo, Olimpíada e grandes eventos.

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Matheus Muratori é jornalista multimídia com experiência em muitas editorias, mas ama a área esportiva. Faz cobertura de futebol, basquete, vôlei, esportes americanos, olímpicos e e-sports. Tem experiência em jornal impresso, portais de notícias, blogs, redes sociais, vídeos e podcasts.

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