Entenda por que jogador do Atlético deixou clube português dois meses após ser anunciado
Bruninho foi anunciado nessa sexta-feira (6) pelo Karpaty Lviv, da Ucrânia

No dia 1° de agosto, a sociedade financeira BTL recebeu autorização judicial para executar uma dívida de 6,8 milhões de euros (cerca de R$ 42 milhões) contra o Boavista. A BTL gere o crédito da Somague, empresa responsável pela construção do Estádio do Bessa, entregue ao clube português em dezembro de 2003.
A BTL poderia penhorar valor de venda de jogadores do Boavista. O clube tentou diversas negociações, mas não conseguiu chegar a um acordo e, por isso, foi proibido de inscrever jogadores.
Reforços do clube português, Bruninho e o nigeriano Ibrahim Alhassan, não puderam ser regularizados por causa da sanção da Fifa. O Boavista contratou os dois atletas confiando em solucionar o problema antes do fim da janela de transferências.
Com a mesma confiança, o Boavista deu aos dois jogadores a opção de continuar no clube e serem regularizados na próxima janela, mas ambos optaram pela rescisão contratual, que aconteceram no dia 1° de setembro.
Desta forma, Bruninho ficou livre no mercado, mas os grandes centros do futebol europeu já estavam com as janelas de transferências encerradas. Desta forma, o estafe do jogador conseguiu o acordo para levá-lo ao futebol ucraniano por empréstimo.
Túlio Kaizer é chefe de reportagem do portal Itatiaia Esporte e tem grande experiência no digital. Foi setorista dos três grandes clubes do futebol mineiro: América, Atlético e Cruzeiro. Cobre também basquete, vôlei, esportes americanos, esportes olímpicos e e-sports.



