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Atlético: Rodrigo Caetano descreve Eduardo Coudet como 'a cara da massa atleticana'

Durante entrevista, o diretor-executivo do Atlético elogiou bastante o técnico argentino, contratado no início do ano

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Eduardo Coudet chegou ao Atlético no início do ano para ser o substituto de Cuca
Eduardo Coudet chegou ao Atlético no início do ano para ser o substituto de Cuca • Pedro Souza/Atlético

Contratado para assumir a função de diretor-executivo do Atlético no início de 2021, Rodrigo Caetano se tornou o "homem forte" do futebol no clube e acumula títulos importantes nesta passagem, como o Brasileirão e a Copa do Brasil, logo em sua primeira temporada, e da Supercopa do Brasil, em 2022.

Nesta terça-feira (7), ele concedeu entrevista ao programa Primeiro Tempo, do canal Band Sports, e, direto da Colômbia, falou sobre o rendimento da equipe sob comando do técnico Argentino Eduardo Coudet. Até o momento, ele acumula 7 vitórias e três empates pelo alvinegro.

“Nossa equipe ainda está encaixando, mas eu acho que o Coudet tem muito a ver com a nossa torcida, que é sanguínea, de um clube popular, e ele passa isso. Acontece uma simbiose com os torcedores e também com os atletas ali na beira do campo. Os dois primeiros meses de trabalho são muito bons, mas sabemos que ainda temos espaço para evoluir. Uma das vantagens é o fato de ele conhecer bastante o futebol brasileiro, é isso elimina algumas etapas importantes”, destacou Caetano.

"O treinamento dele é voltado para exigência do jogo. O conteúdo é muito direcionado para o que vai exigir na partida. Sabemos a responsabilidade que carregamos no Galo. O sarrafo subiu um pouco antes do que o clube estaria preparado. Estamos num processo de transformação, mas não tem como dizer que vamos disputar o Brasileiro por uma Libertadores, ao invés de sermos campeões. Por tudo o que fizemos, não tem como imaginar que não seremos cobrados. Temos jogadores de muito bom nível, com um elenco de bom número e peças. O treinador está satisfeito", foi além.

Perguntado sobre a exigência de Coudet com o elenco, Caetano destacou a intensidade do argentino no dia a dia, que acaba refletindo em campo durante as partidas oficiais.

"Até o momento, também uma ideia com a comissão técnica, foi de rodar bastante o elenco e dar minutagem aos jogadores. Chegamos bem (na Colômbia), tirando os jogadores já lesionados desde o ano passado, a baixa do Zaracho por problemas pessoas e o Pavón por conta da suspensão. Os demais estão com bastante minutagem para o período, experimentados e prontos para atuar. Vamos enfrentar um Campín lotado, com uma torcida muito apaixonada. O Galo está acostumado com jogo grande, de exigência alta, e esperamos sair com um resultado bom para definirmos em casa na próxima semana. Respeitamos demais as equipes, mas o nosso projeto, para nossas necessidades, é chegar nesta fase de grupos", finalizou.

Nesta quarta-feira (8), o alvinegro encara o Millonarios, no Campín, em Bogotá, pela partida de ida da terceira fase da Libertadores, marcada para 21h30 (de Brasília). A volta, no mesmo horário, será em 15 de março, no Mineirão.

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Henrique André é repórter multimídia e setorista do Atlético na Itatiaia. Acumula passagens por Uol Esporte, Jornal Hoje em Dia e outros veículos. Participou da cobertura de grandes eventos, como Copas do Mundo (2014-18), Olimpíada (2016-2021) e Mundial de Clubes (2025).

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