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O estádio, que pertence ao Governo do Estado, atualmente é administrado por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP) pela concessionária Fonte Nova Negócios e Participações S.A. (FNP). O contrato vigente tem validade até março de 2028.
Segundo Jerônimo Rodrigues, qualquer mudança precisa respeitar o contrato atual, mas o encerramento do vínculo pode representar uma oportunidade para que o clube assuma o controle administrativo do estádio, em conjunto com o City Football Group, dono da SAF do Bahia.
“Há uma PPP em andamento. Nós temos que respeitar o regramento. Findando esse tempo, é um bom momento do governo do estado, dos gerenciadores da Fonte Nova e o Grupo City encontrarem uma saída para que o Bahia possa assumir definitivamente a Fonte Nova”, afirmou o governador.
O chefe do Executivo estadual explicou ainda que o modelo estudado seria a renovação da cessão por meio de uma nova PPP, mantendo o uso do estádio não apenas para partidas de futebol, mas também como espaço multiuso para eventos.
“Conversamos com todos os clubes do interesse e acho que é uma oportunidade para que a gente possa tratar da cessão por mais um período de PPP para que o City possa realizar tanto os jogos do Bahia, mas também uma praça de eventos”, completou.
Caso as conversas avancem, a partir de 2028 o Bahia e o City Football Group ficariam livres para assumir a gestão da Arena Fonte Nova, mantendo o estádio como patrimônio do governo estadual, mas com administração privada.