Ex-presidente compara sucesso do Bahia com SAF's de Atlético e Botafogo
Guilherme Bellintani cita casos de Atlético e Botafogo, mas ressalta planejamento do Tricolor no longo prazo

A criação das SAF’s (Sociedade Anônima do Futebol) no futebol brasileiro proporcionou o crescimento de diversos clubes através de investidores. Alguns conquistaram títulos importantes, outros, porém, subiram de patamar e evoluem a cada temporada. Esse é o caso do Bahia.
Comprado pelo Grupo City — dono do Manchester City — em 2023, o time baiano deixou a parte inferior da tabela do Campeonato Brasileiro para chegar à Copa Libertadores. Em 2026, a equipe vai para a segunda participação consecutiva.
Em entrevista ao CNN Esportes S/A, Guilherme Bellitani, ex-presidente do Tricolor, abriu o jogo sobre os planos do clube para conquistar títulos.
“Tivemos uma escolha de, ao invés de chegar ao topo rápido, nós estamos evoluindo linearmente, degrau por degrau. A avaliação não é se foi campeão. O objetivo é que cada temporada seja uma evolução para a última. O Bahia ainda não ganhou um grande título e nem brigou por um grande título”, disse o dirigente.
Outras SAF’s do futebol brasileiro, como Atlético e Botafogo, já levantaram troféus importantes nos últimos anos. Fortaleza, Bragantino e Cruzeiro subiram de nível e até brigaram por taças, mas ainda buscam esse próximo passo.
O Bahia está justamente neste degrau. Sob o comando de Rogério Ceni, a equipe fez frente aos poderosos Palmeiras e Flamengo nos últimos dois anos, bateu o próprio recorde de contratação e de venda mais cara na história e atraiu bons jogadores.
Bellintani comparou a SAF do Esquadrão com as outras da Série A, mas ressaltou o planejamento nordestino para o longo prazo.
Mineiro de Barão de Cocais e jornalista graduado na Fumec. Passagens pela Rádio FUMEC e pelos portais FutebolNews, TechTudo e brasileirao.com.br. Apaixonado por games e futebol, atua nas editorias Esportes, Empregos e Variedades.



