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A virada no segundo tempo veio graças à interferência do técnico Rogério Ceni. No intervalo da partida, o treinador diminiu a pressão sobre o time, que estava ‘nervoso’ na etapa inicial — algo revelado pelo meia Erick, após o jogo.
“Quando você sai atrás do placar, o clima dá uma pesada, nós ficamos um pouco nervosos depois de tomar o gol. Primeiro era colocar a cabeça no lugar, estávamos fazendo um primeiro tempo afobado nas decisões. Quando tomamos o gol e deixamos de praticar a nossa filosofia, ficou mais difícil. Sabíamos que eles viriam pelo contra-ataque e demos isso a eles”, iniciou.
“O Rogério, no intervalo, conseguiu esfriar nossa cabeça para a gente voltar e jogar como jogávamos antes e isso deu certo. Foi importante manter a frieza para que as coisas saiam da melhor forma possível. Conseguimos a virada e consagramos um título invicto”, completou o jogador.
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E foi dos pés dele que iniciaram as jogadas dos gols do Tricolor para virar a partida: aos 8 minutos, cruzou na segunda trave e Willian José escorou de cabeça para Jean Lucas empurrar para a rede.
12 minutos depois, Acevedo invadiu a área, foi na linha de fundo e cruzou rasteiro para Jean Lucas marcar o segundo dele e o segundo.
Com o resultado, o Bahia repete o feito de 2025 e é bicampeão consecutivo. O Esquadrão de Aço agora soma 52 títulos do Baianão e segue como o segundo maior vencedor estadual do Brasil, atrás apenas do ABC, que tem 57.