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Sequência contra times em má fase é o trunfo do Fluminense no Brasileiro

Tricolor terá jogos contra Coritiba e Santos, que brigam contra o rebaixamento, para melhorar aproveitamento na Série A

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Fluminense empatou com o Flamengo no final de semana
Fluminense empatou com o Flamengo no final de semana • Marcelo Gonçalves/FFC

Depois de um grande início de temporada, o Fluminense vive uma fase de altos e baixos e precisa melhorar seu aproveitamento para subir ainda mais na Série A do Campeonato Brasileiro e, quem sabe, sonhar com o título nacional. E a sequência pode ajudar o Tricolor.

Fora da disputa da Copa do Brasil e com a Copa Libertadores só em agosto, o Tricolor terá pela frente dois jogos diante de Coritiba, na segunda-feira (24) e Santos, no dia 29, para melhorar sua performance e se aproximar do líder Botafogo - que hoje tem 14 pontos a mais.

E essa diferença do Fluminense para o Alvinegro se deu por conta do desempenho nos últimos jogos. Em um recorte dos dez últimos jogos, contando um jogo pela Copa do Brasil e um pela Libertadores, o Flu venceu somente três, com três derrotas e quatro empates.

O ataque, antes um dos mais positivos do Brasil, marcou dez gols e a defesa sofreu os mesmos dez nesse período. Se contar apenas os últimos dez jogos da Série A, o Flu tem cinco derrotas.

Mesmo longe do Botafogo, o técnico Fernando Diniz reconhece que o desempenho do Flu está abaixo do esperado. Além disso, ele vê também a campanha do rival com números extremamente impactantes até aqui.

"A campanha do Botafogo, historicamente no Brasileiro, é bem fora da curva. Acho que o Flamengo, o Fluminense, o Palmeiras, têm uma média percentual boa recentemente, não seriam líderes com o que têm, mas estariam 4 ou 5 pontos atrás, se pegar historicamente. A gente tem que parabenizar o Botafogo, fazer o nosso e seguir lutando para evoluir o time e aumentar as nossas chances de vencer", definiu o comandante.

Se vencer os próximos rivais, que vivem situação delicada no Brasileiro, contando com tropeços do Botafogo, o Tricolor ainda pode encostar neste primeiro turno. Mas para isso, precisa voltar a viver a sua melhor fase de 2023.

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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.