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Renato explica time misto e vibra com o Fluminense: ‘Fizeram o que pedi’

Tricolor atuou com apenas o dois jogadores considerados titulares na vitória por 5 a 0 sobre o GV San José-BOL pela Copa Sul-Americana

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Renato comemorou a boa atuação do Fluminense • Lucas Mercon/Fluminense

O técnico ainda celebrou o fato de poder ver mais jogadores em campo. Como foi o caso de Everaldo. O camisa 9 iniciou a partida e marcou dois dos cinco gols da goleada.

“Deu para observar todo mundo. Conheço o Cano, mas foi bom para o Everaldo, fez dois gols. É dar oportunidade para todos e observar as características. O pouco tempo que eu tenho eu preciso ocupar em todos os aspectos, para que sempre que eu precise fazer uma substituição ou colocar alguém eu tenha certeza daquilo que estou fazendo”, completou.

Escolha pelo time misto

Comandando o time pela segunda vez apenas, Renato Gaúcho já fez questão de fazer nove mudanças na equipe que iniciou o duelo. Apenas o goleiro Fábio e o lateral Samuel Xavier começaram entre os titulares.

“Não gosto de analisar jogador, prefiro falar do grupo. O time todo esteve bem, todo mundo se ajudou e não deu espaço para o adversário. Todos aproveitaram. Foi para o Everaldo, deu confiança. Mas todo mundo que começou esteve bem. O reflexo do torcedor na arquibancada é o reflexo do time. Se o torcedor gostou é porque o time esteve bem. Gostei durante os 90 minutos", disse.

Mais reforços?

Renato sempre fez questão de destacar o elenco que tem em mãos no Fluminense. Pensando na janela do meio do ano, o técnico afirmou que reforços sempre serão vistos com bons olhos para fortalecer seu grupo.

"Sempre que puder trazer um jogador, independente da posição, que a gente saiba que vai ajudar, será bem-vindo. Vai depender da parte financeira do clube também”, afirmou.

'Jogo a jogo'

O Fluminense volta a campo no domingo (13), às 19h30 (de Brasília), novamente no Maracanã, diante do Santos, pela terceira rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Por isso também a escolha por poupar.

“Clube grande é jogo a jogo. Jogamos na Sul-Americana com equipe diferente não só porque eu queria uma equipe diferente. Tem o cansaço, domingo tem jogo importante e vamos com força máxima, depois o Corinthians... Sempre que possível vamos colocar uma equipe forte, mas às vezes não dá, tem risco de lesão”, explicou.

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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.

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