Marcelo, do Fluminense, elogia Diniz e compara com grande nome mundial
Camisa 12 tricolor relembrou de passagem com outro grande treinador, nos tempos de Real Madrid-ESP

Fã assumido de Fernando Diniz no Fluminense, o lateral-esquerdo Marcelo elogiou o comandante tricolor, que levou a equipe à primeira conquista da Copa Libertadores no ano passado. E ele não poupou palavras até nas comparações.
“Ele parece muito o Mourinho. Essa questão de tática, essa loucura maravilhosa, eu adoro. Mas ele consegue mexer no ponto que o cara precisa. Teve um jogo contra o Flamengo e ele falou: “Faz o que tu quiser. Se errar, foda-se! Aqui não tem isso”. Aí eu domino a bola, vou na frente e achei que o Ganso estava atrás de mim. Aí eu domino a bola, girei e, quando dou o passe, a bola sai. Aí ele: “Porra, tá de sacanagem?”. Eu falei: “Ué. Não era foda-se?”. Ele: “Não dá pra errar essa bola”. Não era dura porque eu errei. Ele é tipo pai mesmo. Acho muito maneiro”, disse, destacando a relação:
“A relação é de pai para filho. Tenta ajudar todo mundo. Ele não quer saber se você vai jogar pra caramba, meter gol de bicicleta ou ir para a Seleção. Ele quer te ajudar para a vida. Isso é muito vitorioso para ele, é como um título”, concluiu.
John Kennedy: uma mistura de craques
Marcelo também destacou o atacante John Kennedy, autor do gol do título da Copa Libertadores, após sair do banco de reservas. E o camisa 12 elogiou o goleador afirmando que ele é uma mistura de dois craques.
“John Kennedy é iluminado, é um moleque que vai sobrar para ele. Eu acho que eu já falei isso. Para mim, ele é a mistura de Ronaldo com Romário (risos). Vamos lá... Não estou comparando (as carreiras), mas eu acho que como ele conduz a bola... as características... Meu irmão, é incrível”, contou.
Marcelo ainda falou dos pontos fortes do camisa 9 tricolor, que desfalca a equipe na estreia na Copa Libertadores, na quarta (3), às 21h30 (de Brasília), diante do Alianza Lima-PER, em Lima.
“É bizarro. A arrancada, a força, ele corta, e vai, chuta de bico, e cavada, e tudo. É bizarro. Ele é iluminado. Eu acho que ele está indo por um bom caminho, o Diniz ajuda muito ele” opinou.
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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.



