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Mano pede maturidade ao Fluminense para resistir e minimiza pressão no Brasileiro

Técnico comentou sobre a partida diante do Fortaleza, nesta sexta-feira (22), que terminou com o empate por 2 a 2

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Mano Menezes analisou o empate do Fluminense diante do Fortaleza • Marcelo Gonçalves / Fluminense

“Então, não é à toa, tem uma trabalho de três anos, vai repondo peças, é um time muito veloz, que trabalha a bola longa, e se deixa os lados, tem sempre uma saída bem executada. Acho que a equipe oscilou nessa maturidade, e entrar na pilha do jogo e resolver de qualquer jeito”, disse.

Ele também minimizou a pressão de jogos dessa magnitude, principalmente faltando quatro rodadas para o final da competição. Com 38 pontos, o Flu segue colado na zona de rebaixamento.

“A pressão vai existir para todos. Hoje existiu para o Fortaleza nos ganhar porque está disputando o título, porque se nós ganharmos, olhando para a tabela, ele pode chegar nas últimas rodadas disputando título. Nós temos pressão para sair da situação em que estamos, que é a mesma que nós e o Criciúma teremos em campo na terça-feira que vem”, afirmou.

O Fluminense volta a campo na terça-feira (26), às 19h (de Brasília), diante do Criciúma, no Maracanã.

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O que precisa para ganhar?

“Ter calma, saber controlar essa ansiedade que vem da arquibancada, e é natural que ela venha. Mas nós não podemos deixar ela atrapalhar o que nós temos que construir como jogo. Uma equipe que vem com linhas baixas, como eles (Fortaleza) passaram a jogar na segunda parte do jogo. Exige calma para fazer as escolhas certas, sem perder intensidade e pressão. A equipe vai aprendendo essas situações e vai estar bem preparada. Acho que o torcedor pode vir na terça-feira nos ajudar, precisamos muito deles, e eles sabem disso, para estarmos fortes e buscar a nossa vitória”.

Entrada de Renato Augusto

“Vejo nele que já passou nos últimos anos por situações como essa e isso vale muito. Quando chegamos, ele estava em condição de dificuldade. A gente conhece bem o jogador e é uma hora em que a bola não pode queimar no pé, principalmente nos momentos de tensão. Fico triste que ele não acertou a chapada característica dele, ficou longe do pé de apoio. Já o vi fazer esse gol em outros lugares. É um jogador importante, sério, soube entender as dificuldades que passou. É um cara que vai ajudar muito, com base na qualidade, de não rifar a bola, na forma de saber se posicionar na hora da tensão grande e vai dar a parcela de contribuição no momento mais importante da temporada”.

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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.

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