Mano Menezes comenta estreia pelo Fluminense com empate no Brasileiro
Treinador aprova postura do Tricolor no empate por 1 a 1 contra o Internacional, no Maracanã, pela Série A

O Fluminense voltou a pontuar na Série A do Campeonato Brasileiro depois de seis jogos. E a partida contra o Internacional marcou a estreia de Mano Menezes no comando técnico da equipe.
“O jogo foi parelho. Houve proximidade no controle de posse. Não teve tanta conclusão dos dois lados. Ambos se neutralizam. Acho que o resultado foi justo. Embora você enxergue suas virtudes melhor que o defeito. Era importante sair na frente. Ao sair atrás, tivemos a felicidade de achar o gol num chute do Ganso. Devolveu a tranquilidade para voltar no segundo tempo. O ambiente não seria favorável. A nossa primeira parte do jogo foi o que me frustrou, por não ter feito uma vantagem de fazer coisas que a gente não pode fazer com espaço maior”, comentou.
Com apenas sete pontos em 14 jogos, o Fluminense é o lanterna da Série A do Brasileiro. No domingo (7), a equipe visita o Fortaleza, às 16h (de Brasília), na Arena Castelão.
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Vaias
“Trabalho com execução de funções. O time tem 11 funções e a gente precisa executar bem. Falo sempre que todas as ideias são boas se executar bem, ou ruins, se não executar bem. Não vai resolver o problema antes de o jogador atuar. Cria uma pressão e é uma pressão desnecessária para antes do que o jogador fez. Nem é justa. Se não formos bem, merecemos ser vaiados. O torcedor tem direito. É bom estarmos mais unidos, o torcedor veio num número bastante grande, temos que elogiar”.
Postura na beira do campo
“Me dou bem com a arbitragem. Sou esse cara. Trabalho assim, me entrego no trabalho. Se passar do ponto é sempre por uma causa nobre, tirando exceções. Todos nós somos humanos e cometemos erros. Vou trabalhar intensamente para estar ao lado dos jogadores. Era natural que algumas coisas não fossem tão bem executadas em um treino só. Com a equipe inteira foi um treino só. Era no sentido de ajudar e passar orientação. Algumas coisas funcionaram bem e era natural que outras não funcionassem tão bem”.
Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.



